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Secel divulga resultado do edital Bolsa Técnico 2022

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O resultado do edital Bolsa Técnico 2022 já está disponível no site da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O documento, publicado nesta sexta-feira (11.11), apresenta a relação dos 65 técnicos selecionados nas categorias Base, Nacional e Internacional. Acesse o resultado aqui.

Os técnicos classificados deverão enviar, à Secretaria adjunta de Esporte e Lazer da Secel, até o dia 22 de novembro, o Termo de Concessão de Auxílio, disponível para download aqui. O documento deverá ser impresso, preenchido com todas as informações solicitadas e assinado. Deixar apenas a data em branco.

O termo poderá ser protocolado, presencialmente, de 08h às 18h, ou enviado pelo Correio, no seguinte endereço: Arena Pantanal, setor Oeste, 3º andar (acesso pelo portão 01 – ao lado da piscina), na Avenida Agrícola Paes de Barros, S/N – Bairro Verdão – CEP 78.030.210, Cuiabá – Mato Grosso.

A segunda edição do edital, que também faz parte do projeto Olimpus – MT, recebeu um incremento nos valores das bolsas e acrescentou mais uma categoria. Nas categorias Nacional e Internacional, os técnicos irão receber auxílios mensais de R$ 1,5 mil e R$ 2 mil reais, respectivamente. A nova categoria, Técnico Base, beneficiará treinadores com o auxílio financeiro mensal de R$ 1 mil.

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Serviço
Resultado final do edital Bolsa Técnico 2022 – Projeto Olimpus – MT
Prazo para protocolar o Termo de Concessão de Auxílio: até 22 de novembro de 2022
Acesso ao edital, anexos e resultados: http://www.secel.mt.gov.br/editais-esporte-e-lazer
Informações: pelo e-mail: projetoolimpus@secel.mt.gov.br ou pelo telefone (65) 3613-4948

Fonte: GOV MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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