POLÍCIA
10º Batalhão da PM recebe unidade móvel do MT Hemocentro na próxima semana
POLÍCIA
O 10º Batalhão da Polícia Militar de Mato Grosso recebe, na próxima semana, a unidade móvel do MT Hemocentro para coleta de sangue. O caminhão estará presente nos dias 17 e 18 de novembro, na sede da unidade, no Ginásio Aecim Tocantins.
A unidade móvel tem capacidade para receber até três doações simultaneamente. Estarão disponíveis até 40 (quarenta) vagas por turno (manhã e tarde), de 8h às 11h30 e de 13h às 15h30. O agendamento poderá ser feito pelo telefone (65) 98433-0624 e está aberto a militares e civis para poderem realizar o ato de doação de sangue
O comandante do 10º BPM, tenente-coronel Luis Fernando Oliveira Dias, ressalta que “a necessidade da campanha é para que mais pessoas tenham a oportunidade de doar sangue e reforçar o estoque, uma vez que, com a chegada do final do ano, os índices tendem a cair”, afirma.
Critérios para doação de sangue
Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos, que estejam com boa saúde e pesem mais de 50 quilos. Entre outros critérios estão ter dormido pelo menos seis horas na noite anterior e não ter consumido bebidas alcoólicas pelo período de 12 horas antes da doação. Pessoas diagnosticadas com covid-19 devem aguardar pelo menos 10 dias após o fim dos sintomas para agendar uma doação.
As doações podem ser realizadas de segunda à sexta-feira, de 7h30 às 17h30. O Hemocentro está localizado na rua 13 de Junho, 1055, no Centro Sul, em Cuiabá.
Mais informações, direto no Hemocentro ou pelo telefone 3623-0044.
Fonte: PM MT
POLÍCIA
Polícia Civil deflagra 2ª fase de operação contra rede de aliciamento de menores em Comodoro
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (22.10), a segunda fase da Operação Scutum Innocentia, para cumprir cinco mandados de busca e apreensão contra investigados por integrar uma rede de aliciamento e abuso sexual de menores de 14 anos em Comodoro.
As diligências foram cumpridas por equipes da Delegacia de Comodo na zona rural do município, com o objetivo de apreender aparelhos celulares, computadores e demais dispositivos eletrônicos que possam comprovar o envolvimento dos investigados nos crimes apurados.
As medidas foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cáceres, que também autorizou a extração integral dos dados dos aparelhos apreendidos.
A investigação teve início em agosto de 2025, após a Polícia Civil tomar conhecimento de que menores de 14 anos estavam sendo vítimas de abuso sexual. A análise de dados de aparelhos celulares revelou milhares de mensagens trocadas por meio de redes sociais, com conteúdo de aliciamento, pedidos de fotografias íntimas e convites para encontros de natureza sexual.
Os investigados, todos homens adultos, se aproximavam das vítimas por meio de perfis em redes sociais e mantinham contato frequente, que evoluía para conversas de cunho sexual explícito, pedidos de fotografias íntimas e de áudios, envio de imagens impróprias e convites para encontros, inclusive com mais de uma pessoa.
A apuração identificou o uso de perfis alternativos e de linhas telefônicas e contas de e-mail registradas em nome de terceiros, além de mensagens apagadas após o contato com as vítimas, o que, para a investigação, indica tentativa de dificultar a identificação dos autores e de eliminar provas.
Um dos perfis usados nas conversas teve a titularidade atribuída a pessoas diferentes ao longo das oitivas, e a identificação do seu verdadeiro usuário é um dos objetivos desta fase.
Operação Scutum Innocentia
Na primeira fase da operação, realizada em outubro de 2025, foram cumpridos mandados de busca contra cinco investigados, que admitiram, em diferentes graus, ter mantido conversas com as adolescentes pelas redes sociais.
Parte deles reconheceu ter solicitado fotografias íntimas ou áudios das vítimas, e um deles admitiu ter enviado imagem própria com partes do corpo expostas.
O aprofundamento das apurações permitiu identificar novos suspeitos, alvos desta segunda etapa. Até o momento, ao menos 10 pessoas foram identificadas como envolvidas na rede, e as diligências desta fase também buscam identificar outros possíveis participantes.
Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, pelos crimes de estupro de vulnerável e aliciamento de criança ou adolescente por meio de comunicação para a prática de ato libidinoso, sem prejuízo de outros delitos previstos no ECA que venham a ser constatados com a perícia dos aparelhos.
“Eu quero reforçar o compromisso permanente da Polícia Civil com a proteção de crianças e adolescentes e orientar pais e responsáveis a acompanharem o uso de celulares e redes sociais pelos filhos, evitando a aproximação de criminosos sexuais”, disse o delegado titular de Comodoro Mateus Almeida Oliveira Reiners.
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