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Vasco vence de virada o Criciúma em São Januário pela série B do Brasileirão

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Na tarde deste sábado (22.10), o Vasco venceu o Criciúma por 2 a 1, em São Januário, e deu um enorme passo para o acesso. Os gols vascaínos foram marcados por Nenê e Fábio Gomes. Com o resultado, o Cruzmaltino chegou aos 59 pontos, assumindo a segunda colocação do Campeonato Brasileiro.

O próximo compromisso do Gigante da Colina na competição será diante do Sampaio Corrêa, na próxima quinta-feira (27), às 20h, em São Januário.

O JOGO

A primeira chegada do Vasco foi aos 5 minutos. Danilo Boza tentou o lançamento para Marlon Gomes, que não conseguiu o domínio. Aos 10, Alex Teixeira cobrou escanteio fechado, mas a defesa afastou. Um minuto depois, Alex Teixeira cruzou da esquerda e Eguinaldo desviou de cabeça com muito perigo.

Aos 28, Andrey encontrou Marlon Gomes na área. O camisa 25 domina no peito, dá um chapéu no marcador e tenta a finalização de cabeça, mas a zaga afasta. Aos 34, o adversário abriu o placar: 1 a 0. Aos 47, Marlon Gomes levantou a bola para Danilo Boza desviar, a bola bate na defesa e sobra para Eguinaldo, que também tentou de cabeça e parou no goleiro.

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O Vasco iniciou a segunda etapa com duas mudanças: Bruno Tubarão e Palacios nos lugares de Léo Matos e Yuri. Logo aos 5 minutos, Palacios cobrou falta com muito perigo, mandando perto do gol. Aos 10, Tubarão tentou cruzamento da esquerda, mas a zaga afastou. Aos 17, Andrey buscou Nenê na área, mas o camisa 10 acabou bloqueado pelo marcador. Aos 22, Fábio Gomes recebeu, brigou com a defesa e arriscou o chute cruzado, mandando pra fora.

Aos 26, Palacios tocou em Nenê, que tentou o passe de primeira para Gabriel Pec, que acabou travado. Aos 28, Edimar recebeu cruzamento da direita e deu de primeira para área. Nenê desviou pro gol e empatou o jogo: 1 a 1. Dois minutos depois, Fábio Gomes tentou de longe e quase parou no goleiro. A pressão vascaína deu resultado aos 40, Gabriel Pec recebeu da esquerda e botou na cabeça de Fábio Gomes, que cabeçeou pro chão para virar o placar: VASCO 2 a 1.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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