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Polícia Civil identifica autores de furtos em estabelecimentos comerciais em Barra do Garças

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Uma série de furtos a comércio de Barra do Garças (509 km a leste de Cuiabá), foram esclarecidos com autorias definidas, pela Polícia Civil, por meio de investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) e Delegacia Especializada do Adolescente (DEA).

Nos últimos meses foram registrados 25 boletins de ocorrência, de furto qualificado mediante arrombamentos e causando danos nos estabelecimentos, com subtração de produtos e mercadorias.

Durante as intensas diligências visando apurar e coibir esses tipos de furtos na cidade, os policiais civis conseguiram identificar os autores dos crimes. Entre os suspeitos, alguns já estão presos na Cadeia Pública de Barra do Garças.

Outros indivíduos investigados tiveram os mandados de prisões representados na Justiças. Um dos suspeitos, é menor de 14 anos, apontado como autor de ao menos dezesseis furtos cometidos mediante arrombamento.

Todos os adolescentes envolvidos nos atos infracionais respondem os procedimentos na DEA, responsável pelas representações das ordens judiciais de busca e apreensão de menor.

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Conforme apurado pelos policiais civis , os autores agiam nos locais escolhendo de forma aleatória, principalmente quando percebiam que o comércio apresentava fragilidade para praticar o crime.

OUTRAS AÇÕES

Objetivando reprimir os crimes contra patrimônio em Barra do Garças, a Delegacia Regional, vem aplicando planejamento estratégico, com uma força tarefa denominada “Regional 155”, e conta com a participação de três equipes para realizarem abordagens de indivíduos que estiverem na rua no período noturno.

A ação busca evitar possíveis condutas criminosas, sendo coordenada pelo delegado regional, Wilyney Santana Borges, com apoio dos delegados Nelder Martins Pereira, Joaquim Leitão Júnior, e Welber Batista Franco, e participação de 13 investigadores de polícia.

Fonte: PJC MT

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Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

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Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

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A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

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Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

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