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Sampaio Corrêa supera a Ponte Preta no Castelão e encosta no G4 da Série B

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O Sampaio Corrêa venceu a Ponte Preta no Castelão, por 2×1, na noite desta segunda-feira (03.10), e conquistou mais três pontos em casa na Série B. Com o resultado, a Bolívia colou no G4 e pode terminar a rodada a um ponto do grupo de acesso.

A vitória boliviana começou a ser construída no primeiro minuto de jogo, com gol do artilheiro Gabriel Poveda. O tricolor teve chances de aumentar o placar, mas não aproveitou.

Aos 17 da etapa final, os visitantes chegaram ao empate, mas Rafael Costa marcou por cobertura, aos 40 minutos, e garantiu a vitória do time do povo.

O JOGO

O Sampaio Corrêa não deixou nem a Ponte Preta respirar, e com um minuto já abriu o marcador. Lucas Hipólito cobrou o lateral e Poveda subiu mais do que a defesa para marcar.

Em desvantagem, o adversário tentou juntar forças e igualar o confronto, mas sem conseguir superar a defensiva Tricolor.

Fazendo um jogo de segurança, a Bolívia golpeava no momento certo, e Rafael Vila quase marca de cabeça, após cruzamento de Hipólito, o goleiro salvou.

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Em jogada rápida de contra-ataque, Rafael Vila avançou pelo meio e bateu no canto, mas o goleiro da Ponte foi buscar e mandou para escanteio. A Bolívia seguiu em vantagem para o vestiário.

Na etapa final, o adversário apresentou mais ocupação ofensiva, e conseguiu o empate aos 17 minutos.

O equilíbrio se fez presente em campo, com a Ponte Preta tentando espetar o Tricolor no contra-ataque, mas a defesa controlava os avanços.

Aos 40 minutos, em trama pelo lado direito, Nadson tocou pra Rafael Costa, que deu um toque sutil por cobertura, a bola bateu na trave e entrou. A torcida Tricolor explodiu no Castelão.

Restava pouco tempo, e os visitantes tentaram igualar novamente na base do desespero, mas a Bolívia conseguiu controlar o ímpeto adversário e conquistou mais três pontos em casa. A chama segue acesa pelo acesso. 

O próximo desafio do Sampaio Corrêa será na sexta-feira, em Maceió, contra o CSA.

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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