POLÍCIA
PRF apreende mais de 70 kg de drogas em Barra do Garças
POLÍCIA
A última ocorrência e maior apreensão aconteceu na manhã de hoje (21), também em Barra do Garças, quando equipes da PRF abordaram um veículo vermelho ocupados por dois indivíduos.
Ao serem questionados sobre a viagem, informaram que saíram de Sapezal-MT e iriam até Goiânia-GO comprar roupas, porém o condutor não era habilitado.
Neste momento a equipe iniciou uma fiscalização minuciosa no veículo em busca de outras irregularidades, nada foi encontrado, e então, foi solicitado algum condutor habilitado para que retirasse o veículo.
O condutor informou que possuía um amigo na cidade de Barra do Garças-MT que poderia conduzir o veículo. Quando o amigo do condutor chegou ao local, aparentava muito nervosismo, com as mãos trêmulas e gaguejando ao falar.
Questionado de onde conhecia os ocupantes do veículo, informou que também morava em Sapezal/MT e também estava viajando para Goiânia, que havia deixado o veículo que conduzia num posto de combustível em Barra do Garças/MT e havia retornado ao local de fiscalização da PRF para auxiliar a liberação do veículo que era conduzido por seus dois amigos.
Por fim, acabou mudando sua versão da localização do veículo e teria voltado ao local de fiscalização em um mototáxi. Questionado, novamente, sobre alguma irregularidade no veículo, entrou em contradição e acabou confessando que no carro que deixou estacionado continha ilícitos.
As equipes da PRF deslocaram-se até o local informado pelo homem e encontraram dentro do porta malas do veículo malas com 70 tabletes de entorpecentes.
Ao total foram apreendidos cerca de 20 kg de pasta base de cocaína e 54 kg de cocaína.
Diante disso, todos os indivíduos foram detidos, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Barra do Garças-MT.
Fonte: PRF MT
POLÍCIA
Polícia Civil cumpre 26 ordens judiciais contra grupo criminoso envolvido com tráfico e lavagem de capitais
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (8.10), a Operação Fio para cumprimento de 26 ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.
Ao todo, são cumpridos nove mandados de busca e apreensão, cinco mandados de prisão preventiva e 12 ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros, expedidas pela Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo da Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc).
Os mandados são cumpridos simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, em Mato Grosso, e Litoral Sul de São Paulo. A operação conta com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de São Paulo/Santos, Delegacia de Mirassol d’Oeste e Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor).
Investigações
As ordens judiciais são decorrentes de investigação conduzida pela Polícia Civil que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o tráfico de entorpecentes e com a movimentação de recursos relacionados às atividades criminosas.
No curso das apurações, foram reunidos elementos que indicam a participação de diferentes investigados na atividade criminosa, além de indícios de movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica declarada de alguns dos envolvidos e possível utilização de pessoas físicas e jurídicas para circulação e ocultação de valores.
Entre os alvos está um investigado que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande. Na ocasião, homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos em sua direção, porém ele não foi atingido. Posteriormente, o investigado teria se deslocado para outra localidade.
As circunstâncias do atentado e eventual relação do episódio com a atividade do tráfico e outras situações apuradas dentro na Operação Fio permanecem sob investigação.
Descapitalização financeira
As 12 medidas de bloqueios de bens possuem limites definidos conforme a situação de cada alvo. Para alguns investigados, foi autorizado o bloqueio integral dos ativos financeiros eventualmente localizados, enquanto, para outros, foram estabelecidos limites individualizados, com valores aproximados de R$ 300 mil, podendo alcançar R$ 1,4 milhão no maior limite individual fixado.
As medidas cautelares buscam interromper a atuação criminosa investigada, preservar elementos de prova e evitar a eventual dissipação de ativos que possam estar relacionados aos delitos apurados.
As investigações prosseguem, especialmente com a análise dos novos elementos que forem arrecadados durante o cumprimento das medidas judiciais, visando ao aprofundamento das apurações e à conclusão da investigação.
A ação reforça a atuação permanente da Polícia Civil no enfrentamento às facções criminosas e ao tráfico de drogas, assim como a importância da participação da sociedade no fornecimento de informações que possam contribuir para a identificação e responsabilização de pessoas envolvidas em atividades criminosas.
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