Eleições 2022
Beto lembra contribuição para construção de parques municipais em Cuiabá
MATO GROSSO
Ex-secretário municipal de Cultura, Esporte e Turismo da Capital aponta Parques das Águas e Tia Nair como grande legado da gestão na época; e Parque Novo Mato Grosso como novo marco
O candidato a deputado estadual, Beto Dois a Um (PSB), avaliou que a construção de parques municipais em Cuiabá representa avanço significativo para a qualidade de vida no local, bem como na infraestrutura para o lazer, que estão fortemente relacionados às práticas do turismo na Capital.
Beto, que foi secretário de Cultura, Esporte e Turismo de Cuiabá, entre 2014 e 2015, apontou que os Parques das Águas e Tia Nair, Complexo Dom Aquino e a revitalização da Orla do Porto foram grandes legados deixados pela gestão municipal, quando Mauro Mendes foi prefeito da Capital. As obras se tornaram ferramentas importantes para a mudança social em Cuiabá.
Inaugurado em 2016, o Parque das Águas é um dos destinos mais procurados por turistas em Cuiabá. Com 270 mil m² de área de lazer e muitos atrativos, o parque é considerado uma referência na cidade.
“Ajudei a idealizar e concretizar o Parque das Águas, Parque Tia Nair, Complexo Dom Aquino e a revitalização da Orla do Porto. Com o turismo fortalecido, é a população quem ganha. O turismo atrai investimentos, gera empregos e renda, além de alavancar a economia de uma cidade, região. E são tantas as possibilidades: turismo cultural, esportivo, ecológico, de negócios, eventos, uma infinidade”, analisa Beto Dois a Um.

“Essas construções promovem qualidade de vida. Investir em infraestrutura para o lazer está fortemente relacionado às práticas do turismo. E eu tenho muito orgulho em dizer que como secretário municipal de Cuiabá participei diretamente da implementação de importantes projetos que hoje são realidade para o povo cuiabano e mato-grossense”, completa.
Outra grande iniciativa apontada pelo candidato a estadual, foi a contribuição para idealização do Parque Novo Mato Grosso, espaço multiuso que está sendo construído em Cuiabá e que recebeu aporte de R$ 150 milhões do Governo do Estado.
Com área total de 300 hectares, o parque irá contar com autódromo, estacionamento para mais de 12 mil veículos, espaço para shows e eventos para 100 mil pessoas, kartódromo, lago para prática esportiva com 100 hectares, museu do agro, pista de motocross, pista de caminhada de 5 km, pista de skate, pista de ciclismo, pista de bicicross, parque da família e pista para arrancadão.
“Quando ainda respondia pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, contribui na idealização do espetacular Parque Novo Mato Grosso, que será, sem sombra de dúvidas, um marco do turismo na Baixada Cuiabana, por representar um novo conceito de parques em Mato Grosso e o maior da América Latina”, garante Beto.
“Precisamos investir cada vez mais em políticas públicas concretas e continuadas para o turismo. E seguir firmes com foco num futuro ainda mais próspero para o nosso povo. Aqui o que não falta é gente que acredita nesses projetos”, finaliza.
Dono de duas medalhas olímpicas no atletismo, Vicente Lenílson, coordenador do Instituto Vicente Lenílson de Lima, que desenvolve projetos esportivos em Cuiabá e região, proporcionando a crianças e adolescentes a aproximação do esporte, destaca as possibilidades proporcionadas pelos parques de Cuiabá, tal como executar atividades voltadas para saúde e educação, e a contribuição de Beto Dois a Um no processo.
“Conheci o Beto como secretário de esporte de Cuiabá, trabalhou de forma gigantesca para que as melhorias e construção dessas praças da cidade fossem restauradas e passassem a ser novamente frequentadas por famílias, crianças e jovens. O trabalho dele na restauração e manutenção do Tia Nair foi algo extraordinário, onde se empenhou para esse parque ser o que é hoje, uma área familiar, de lazer, esportiva, para a caminhada, corrida, para as famílias interagirem com seus filhos e com outras famílias. Ele é um gigante do esporte, da cultura e de outras frentes, também, sou fã e admiro o trabalho dele”, disse Vicente.
Beto Dois a Um
Alberto Machado, o Beto Dois A Um, tem 46 anos de idade e é candidato ao cargo de deputado estadual pelo PSB. É músico, empresário e foi secretário de estado de cultura, esporte e lazer de Mato Grosso entre 2019 e 2022 e também secretário municipal de cultura de Cuiabá, entre 2014 e 2015.
Fonte: Eleições 2022
MATO GROSSO
Dr. João recebe relatório inédito da CST do Nelore
O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Dr. João (MDB), recebeu em seu gabinete, na última terça-feira (2), a entrega simbólica do relatório final da Câmara Setorial Temática de Melhoria da Genética na Criação de Zebuínos, iniciativa criada por requerimento de sua autoria e que se tornou a primeira CST da história da ALMT totalmente dedicada à pecuária e ao melhoramento genético. O documento fecha um ciclo de debates técnicos e políticos que colocaram no centro da pauta temas como melhoramento genético de ponta, eficiência produtiva, performance e rentabilidade ao produtor, regularização ambiental com foco no CAR 2.0, segurança jurídica e criação de políticas públicas reais de fomento.
O deputado abriu espaço institucional dentro da Assembleia para um tema que movimenta a economia mato-grossense, gera empregos e impacta diretamente desde o pequeno até o grande produtor. No relatório, o próprio parlamentar ressalta que a melhoria genética dos rebanhos zebuínos não é apenas pauta técnica, mas uma política pública estratégica para a economia do Estado, para a sustentabilidade produtiva e para o futuro da pecuária.
“Quando criamos essa Câmara Temática, o nosso objetivo era muito claro: tirar esse debate do campo da conversa isolada e transformar conhecimento técnico em proposta concreta para quem produz em Mato Grosso. Fortalecer a genética do rebanho zebuíno é fortalecer a economia do Estado, gerar mais renda no campo e dar mais competitividade ao nosso agro”, afirmou Dr. João.
O relatório destaca que o estado reúne condições singulares para liderar nacionalmente o avanço do melhoramento genético de raças zebuínas, por ter o maior rebanho bovino do país, produtores tecnificados, instituições com conhecimento acumulado e ambiente político favorável. Ao mesmo tempo, o documento aponta que ainda existe um descompasso entre o potencial já instalado e os resultados efetivamente alcançados, sobretudo entre pequenos e médios produtores.
Esse diagnóstico ajuda a explicar o peso político da iniciativa de Dr. João. O relatório conclui que não falta genética em Mato Grosso, falta política pública estruturada para democratizar o acesso à genética. Também enumera os principais gargalos que travam esse avanço: ausência de assistência técnica contínua, dificuldades fundiárias e ambientais, pouca integração entre cadeia produtiva e poder público e obstáculos para que pequenos produtores consigam incorporar manejo, nutrição e gestão compatíveis com animais geneticamente superiores.
Ao longo dos trabalhos, a CST reuniu discussões que passaram por todas as frentes decisivas para o setor. Houve debates sobre ciência aplicada ao melhoramento genético, nutrição gestacional, uso de reprodutores avaliados, acesso à assistência técnica, ultrassonografia de carcaça, regularização fundiária, entraves ambientais, CAR, crédito rural, impacto da reforma tributária e integração entre governo, entidades e cadeia produtiva. O resumo do relatório destaca que, ao fim de oito reuniões, foi formado um corpo coerente de análises técnicas, institucionais, econômicas e políticas capaz de embasar uma política pública robusta para o melhoramento genético da pecuária de corte em Mato Grosso.
No mérito, o documento deixa duas entregas centrais. A primeira é a defesa da criação de um Programa Estadual de Melhoramento Genético da Pecuária de Corte, com acesso democrático a reprodutores avaliados e biotecnologias, integração entre genética, manejo, nutrição e gestão, fortalecimento da Empaer, alinhamento entre crédito, meio ambiente e regularização fundiária, além de metas e indicadores de impacto econômico, social e ambiental. A segunda é a proposta de realização da ExpoGenética Mato Grosso, pensada como um evento nacional para transformar o Estado em referência institucional e mercadológica na genética zebuína.
Na prática, isso significa que a Câmara não ficou restrita ao debate. O relatório aponta saídas concretas, com diretrizes, metas e fontes possíveis de financiamento, além de defender uma política permanente e não episódica para o setor. Entre as metas projetadas estão ampliar a inseminação, reduzir a idade média de abate, elevar rendimento de carcaça, aumentar marmoreio, eficiência alimentar e produtividade por hectare, com prioridade para pequenos e médios produtores.
O trabalho também reforça uma visão que Dr. João sustenta desde a instalação da CST: fortalecer o rebanho zebuíno é fortalecer uma cadeia que sustenta Mato Grosso. O texto introdutório do relatório trata a pecuária zebuína, especialmente o Nelore, como patrimônio estratégico do Estado, base de uma cadeia produtiva que gera empregos, renda, competitividade e crescimento econômico em todas as regiões. Também destaca que a modernização genética conversa diretamente com sustentabilidade, eficiência produtiva e posicionamento internacional da carne mato-grossense.
“Mato Grosso já é gigante na pecuária, mas pode ser ainda maior quando transformar esse potencial em política pública estruturada. O que estamos entregando aqui é um caminho técnico, sério e possível para fazer a genética chegar na ponta, principalmente para quem mais precisa dela, que é o pequeno e o médio produtor”, declarou o deputado.
A CST foi formalmente aprovada em março de 2025, reunindo representantes do setor produtivo, da academia, de associações de criadores, órgãos públicos e técnicos da própria Assembleia. Participaram das discussões, segundo o relatório final, representantes da Nelore MT, Federação Mato-grossense de Agricultura (Famato), Associação dos criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Fórum Agro MT, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Fundo Emergencial de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (FESA), Sindicato Rural de Cuiabá, Empresa Mato-grossense de Pesquisa e Extensão Rural (Empaer-MT), Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (SEAF), , Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat), Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Desenvolve MT, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso (Senar), além de técnicos, pesquisadores, assessores legislativos, representantes de cooperativas, indústria frigorífica e outras instituições ligadas à pecuária e ao desenvolvimento rural. A composição oficial da CST também teve nomes como José Esteves de Lacerda Filho, Alexandre El Hage, Jociani Gonçalves de Oliveira, Marcos Carvalho, Francisco Manzi, Juliano Latorraca Ponce, Celso Nogueira, Rayane Lage Cordeiro, Carlos Bolzan, Leôncio Pinheiro da Silva Filho, Salvador Santos Pinto, Olímpio Riso de Brito, Xisto Bueno e Ida Beatriz Machado.
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