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Políticas públicas e governança: inscrições abertas para aula magna na próxima segunda

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Magistrados(as), servidores(as) e assessores(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso estão convidados para participar do curso e da aula magna ‘Políticas Públicas e Governança’, realizados pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso. As duas ações ocorrem na segunda-feira (8 de agosto), das 8h30 às 12 e das 14h às 18h, e resultam do termo cooperação entre a Escola Superior de Contas e a Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT). Para participar, é necessário fazer inscrições separadas.
 
A aula magna, realizada entre 8h30 e 12h, será apresentada pelo ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Augusto Nardes. Ao todo, serão disponibilizadas 300 vagas presenciais no auditório da Escola Superior de Contas, que garantem certificação de 4h. Já a participação virtual é ilimitada e poderá ser assistida em tempo real pelo canal do TCE-MT no YouTube (sem certificação).
 
 
Na ocasião, serão discutidos aspectos gerais de políticas públicas e os principais métodos e modelos utilizados na análise das políticas sociais. O objetivo é que os alunos compreendam os conceitos da política criminal e suas variadas formas de manifestação, assim como as lacunas de governança e gestão institucional.
 
Já o curso, das 14h às 18h, é voltado a conselheiros(as) e servidores(as) da Corte de Contas, além de procuradores(as) do Ministério Público de Contas (MPC), magistrados(as) e servidores(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT) e representantes dos poderes Executivo e Legislativo do Estado. Essa atividade também será híbrida. O link de inscrição ainda não está liberado.
 
Durante o curso, o tema será abordado pelo professor Evilásio Salvador, pós-doutor em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Ele é professor na Universidade de Brasília (UnB) na graduação em Serviço Social e no Programa de Pós-graduação em Política Social (Mestrado/Doutorado). Autor de livros e artigos, também desenvolve pesquisa na área de Fundo Público, Política Social, Financeirização, Orçamento público e financiamentos de políticas e programas sociais.
 
Mais informações são conseguidas na Esmagis-MT pelos telefones (65) 3617-3467 e (65) 99943-1576 ou ainda pelo e-mail esmagis@tjmt.jus.br.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto1 – imagem quadrada colorida. Contém texto: 08 de agosto/8h30 às 12h Auditório Escola Superior de Contas – aula magna – Política Públicas e Governança – Ministro Augusto Nardez – Tribunal de Contas da União – Presencial e Online YouTube TCE. Assinam o post os logos da Esmagis e do TCE. Foto2 – imagem quadrada colorida. Contém texto: 08 de agosto/14h às 18h Auditório Escola Superior de Contas – Capacitação – Política Públicas e Governança – Dr. Evilásio Salvador – Presencial e Online. Assinam o post os logos da Esmagis e do TCE.
 
Keila Maressa com informações do TCE-MT
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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