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Planejamento institucional ganha status de Subprocuradoria-Geral

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Com o propósito de fortalecer a gestão estratégica, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso acaba de implantar a Subprocuradoria-Geral de Justiça de Planejamento e Gestão. Nesta segunda-feira (01), foi divulgado no Diário Oficial Eletrônico da instituição o Ato Administrativo nº 1.130/22 com as atribuições da nova unidade. O MPMT conta ainda com as Subprocuradorias-Gerais Administrativa e Jurídica e Institucional.

O procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira, ressalta que a criação da Subprocuradoria Geral de Justiça de Planejamento e Gestão representa uma importante conquista para governança institucional. “Além da coordenação, a subprocuradoria fomentará a integração dos órgãos do MPMT na gestão estratégica institucional. É mais um instrumento que criamos para fortalecer o Planejamento Estratégico Institucional”, ressaltou.

Segundo ele, a condução da nova unidade ficará a cargo da promotora de Justiça auxiliar da PGJ, promotora de Justiça Hellen Uliam Kuriki . Esclareceu, no entanto, que as funções desempenhadas pela Corregedoria-Geral e Procuradorias de Justiça Especializadas, nas suas respectivas áreas de atuação, em relação à condução do Planejamento Estratégico, não terão nenhum prejuízo.

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Para a promotora de Justiça Hellen Uliam Kuriki , que está há quase quatro anos na coordenação do planejamento estratégico, a Subprocuradoria representa a consolidação do trabalho que vem sendo realizado e a implantação de um novo modelo de gestão mais moderno, eficiente e menos burocrático. “A unidade está voltada, principalmente, para a entrega de resultados socialmente relevantes à população mato-grossense, cumprindo assim nossa missão constitucional de efetivação dos direitos fundamentais”, ressaltou.

Fonte: MP MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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