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Pelo Brasileiro, São Paulo é superado pelo Athletico em Curitiba

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O São Paulo foi até a Arena da Baixada, em Curitiba, e perdeu por 1 a 0 para o Athletico Paranaense, neste domingo (31), pela 20ª do Campeonato Brasileiro. Com 26 pontos, o Tricolor ocupa a décima colocação na tabela.

Esta foi a centésima partida de Rogério Ceni como técnico do São Paulo. Somando as duas passagens, são 44 vitórias, 32 empates e 24 derrotas, sem contar o triunfo sobre o Santos, neste Brasileirão, em que o ídolo cumpriu suspensão e o time foi dirigido pelo auxiliar Charles Hembert.

O clube agora volta suas atenções para a CONMEBOL Sul-Americana. Na quarta-feira (3), inicia a disputa das quartas de final contra o Ceará, no Morumbi, às 19h15. Pelo Brasileiro, o próximo compromisso está marcado para às 20h30 de sábado (6), contra o Flamengo, também no Morumbi.

O primeiro tempo foi marcado pelo equilíbrio. Aos 20 minutos, o árbitro Marcelo de Lima Henrique, auxiliado pelo VAR, anulou corretamente o que seria o primeiro gol dos donos da casa, marcado por Canobbio. Vitor Roque, que participou da jogada, estava impedido.

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Do lado tricolor, a chance mais clara foi de Galoppo, aos 40. Após uma longa troca de passes da equipe, o argentino tabelou com Talles Costa e saiu na cara do goleiro Bento, que conseguiu defender.

No intervalo, Rogério Ceni trocou Luizão, Talles Costa e Rodriguinho por Léo, Igor Gomes e Calleri. A partida seguiu equilibrada, mas o Athletico teve dois pênaltis para cobrar. O primeiro foi marcado após disputa de Felipe Alves com Vitor Roque e terminou com defesa do goleiro são-paulino após cobrança de Thiago Heleno, aos oito minutos da etapa final. O segundo, assinalado após disputa entre Moreira e Canobbio, foi convertido por Vitor Bueno, aos 23.

O Tricolor buscou a reação com as entradas de Luciano e Nestor, respectivamente nos lugares de Nikão e Marcos Guilherme. O time procurou o empate até o fim e Calleri chegou a balançar as redes, mas em posição de impedimento.

Athletico Paranaense x São Paulo

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 31/07/2022 (domingo)
Horário: 16h

SPFC: Felipe Alves; Rafinha, Miranda e Luizão (Calleri, Intervalo); Marcos Guilherme (Rodrigo Nestor, 35/2), Pablo Maia, Talles Costa (Léo, Intervalo), Galoppo e Moreira; Rodriguinho (Igor Gomes, Intervalo) e Nikão (Luciano, 22/2). Téc: Rogério Ceni.

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CAP: Bento; Khellven, Matheus Felipe, Thiago Heleno e Abner (Pedrinho, Intervalo); Fernandinho, Erick e Vitor Bueno (Léo Cittadini, 34/2); Canobbio (Marcelo Cirino, 24/2), Cuello (Vitinho, 24/2) e Vitor Roque (Rômulo, 24/2). Téc: Luiz Felipe Scolari.

Gol: Vitor Bueno, 23/2

Cartões amarelos: Luizão, 42/1; Felipe Alves, 5/2; Nikão, 22/2; Fernandinho, 34/2; Léo Cittadini, 38/2; Luciano, 39/2; Thiago Heleno, 40/2

Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (CE)
Assistentes: Bruno Raphael Pires (GO) e Nailton Junior de Sousa Oliveira (CE)
Quarto Árbitro: Murilo Ugolini Klein (PR)
Analista de Campo: Afonso Vitor de Oliveira (PR)
Árbitro de Vídeo: Rafael Traci (SC)
AVAR: Johnny Barros de Oliveira (SC)
Observador de VAR: Hilton Moutinho Rodrigues (RJ)

fonte: http://www.saopaulofc.net/noticias/noticias/campeonato-brasileiro/2022/7/31/pelo-brasileiro,-sao-paulo-e-superado-pelo-athletico-em-curitiba

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Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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