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Chapecoense fica no empate sem gols diante do Guarani na Arena Condá

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A Chapecoense entrou em campo na noite desta quarta-feira (20), na Arena Condá, para enfrentar o Guarani em jogo válido pela 19ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. No duelo contra a equipe paulista, a Chapecoense teve as principais oportunidades da partida, mas o placar terminou zerado na Arena Condá.

A partida: 

Apoiada pela sua torcida dentro de casa e controlando as primeiras investidas da partida, a Chapecoense teve oportunidade aos quatro minutos iniciais, quando Mailton fez passe em profundidade para Bianqui, que avançou para a área e passou para Perotti. O centroavante do Verdão dividiu com o goleiro adversário e a bola saiu pela linha de fundo. Aos oito, o camisa 9 voltou a protagonizar lance, quando encontrou Chrystian na esquerda, que se livrou da marcação, invadiu a grande área e finalizou de perna canhota para defesa do goleiro do Guarani.

Após os vinte minutos iniciais, a equipe adversária conseguiu equilibrar os ataques do Verdão, que precisou contar com grandes defesas do goleiro Saulo para evitar o gol da equipe paulista. Ainda antes da primeira etapa finalizar, aos 39 minutos a Chapecoense teve nova grande oportunidade, quando Mailton subiu para o ataque e encontrou Perotti na área. O centroavante virou em cima da defesa adversária e chutou firme, mas a bola carimbou o travessão da Arena Condá.

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Na segunda etapa, a Chapecoense apostou em infiltrar a linha de marcação do Guarani pelos lados do campo. Pela esquerda, ainda no minuto inicial do tempo complementar, Claudinho passou em profundidade para Perotti, que dominou a bola e devolveu a posse. O camisa 49 recebeu e cruzou na área, mas a defesa adversária subiu para afastar. Aos 15 minutos, Marcelo Santos roubou a bola no meio de campo, iniciou o contra-ataque e arriscou o chute de média distância. A bola bateu na defesa adversária e saiu pela linha de fundo.

Antes do apito final do jogo, o Verdão fez uma blitz na área do Guarani. Aos 37, Matheus Bianqui puxou o contra-ataque e acionou Luizinho. O atacante arriscou chute de longe e a bola passou muito perto. A última oportunidade da Chape veio aos 40 minutos finais, quando o estreante Alisson Farias recebeu pela direita, limpou a marcação e passou para Luizinho. O atacante dominou e bateu à direita da meta, levando perigo ao gol de Maurício Kozlinski.

Sem tentos anotados na partida, a Chapecoense ficou no empate diante do Guarani na Arena Condá, em jogo válido pela 19ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o Verdão finaliza o primeiro turno da competição com 22 pontos conquistados.

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Próximo jogo: 

A Chapecoense entra em campo novamente no sábado (23), às 19h, para confronto diante do Ituano, pela 20ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

fonte: https://chapecoense.com/pt/noticia/chapecoense-fica-no-empate-sem-gols-diante-do-guarani-na-arena-conda

Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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