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Juvam de Rondonópolis define fiscalização para prevenir maus-tratos a animais em cavalgada

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Para evitar casos de maus-tratos a animais durante a 34ª Cavalgada, organizada pelo Sindicato de Produtores Rurais de Rondonópolis, o Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Rondonópolis realizou reunião para definir as ações e estratégias de fiscalização pelos órgãos ambientais, segurança e protocolos, na tarde de terça-feira (19 de julho).
 
A juíza coordenadora do Juvam, Milene Aparecida Pereira Beltramini, apresentou o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), homologado pelo Poder Judiciário de Mato Grosso em 2014 e deverá ter um aditivo inserido em ata de reunião.
 
O TAC prevê que os inscritos para participar do trajeto da cavalgada devem apresentar os seguintes documentos: a) Para os equídeos: Guia de Trânsito Animal (GTA); exame negativo do MORMO, exame negativo de anemia infecciosa equina e comprovação da vacinação contra a influenza equina; b) Para os bovinos: GTA.
 
O Instituto de Defesa Agropecuária (Indea) irá fiscalizar os documentos e os animais no local.
 
De acordo com os organizadores, a 34ª Cavalgada ocorre no dia 6 de agosto, com início às 8h e término previsto para 12h, com percurso total de 8,7 km.
 
Os cavaleiros e amazonas que irão participar do trajeto da cavalgada não poderão usar qualquer equipamento de utilidade ou adorno que possa resultar em ferimentos aos animais, como esporas com pontas. Também, não será permitida mais de uma pessoa em cada animal, salvo se acompanhado por uma criança de até seis anos.
 
A inscrição e participação de veículos na cavalgada também foi autorizada com no máximo seis pessoas, sendo três por banco, sendo proibido carregar no veículo aparelhos de som, fogos de artifícios, bebidas alcóolicas e outros objetos estranhos ao evento. Não é permitida a ingestão de bebida alcóolica pelos participantes.
 
O Sindicato também deverá disponibilizar veículos apropriados para a remoção dos animais apreendidos durante ou depois do evento que serão encaminhados ao Centro de Controle de Zoonoses.
 
Participaram da reunião representantes do Sindicato de Produtores Rurais de Rondonópolis; Coordenadoria da 34ª Cavalgada, Indea; Sema, Polícia Militar de Proteção Ambiental; Polícia Militar 5º Batalhão, Polícia Militar 4º CR; Coder, SETRAT, Unidade de Vigilância em Zoonoses e Conciliadora do Juvam.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição de imagem: Foto colorida na qual aparecem as autoridades que participaram da reunião. Todos estão sentados à mesa.
 
Andhressa Barboza (Com informações do Juvam-Roo)
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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