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Fora de casa, Corinthians é superado pelo Ceará no Brasileirão 2022

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Na noite deste sábado (16), o Corinthians entrou em campo para mais um compromisso importante no Brasileirão 2022. Pela 17ª rodada da competição, encarou o Ceará na Arena Castelão e foi superado por 3 a 1. O gol do Timão foi marcado por Róger Guedes.

Mesmo com o resultado negativo, o Timão segue na briga pela liderança do torneio nacional, com 29 pontos ganhos até aqui. A campanha do Alvinegro é de oito vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

Escalação

O técnico auxiliar Filipe Almeida iniciou o confronto com a seguinte escalação: Matheus Donelli; Bruno Méndez, Gil, Raul e Fábio Santos; Cantillo, Du Queiroz, Adson, Giuliano e Gustavo Silva; Róger Guedes. Durante o jogo, também entraram Roni, Lucas Piton, Giovane, Rafael Ramos e Xavier. Ainda estavam no banco de reservas: Carlos Miguel, Robson, Biro, Matheus Araújo, Bruno Melo, Robert e Wesley.

Bola em jogo!

Aos 10 minutos, o Corinthians chegou mais uma vez ao ataque. Giuliano iniciou a jogada no campo de defesa, acionou Róger Guedes na ponta, que arrancou e serviu Du Queiroz na direita. O camisa 37 chutou com a perna direita por cima do gol.

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A equipe da casa chegou ao gol do empate aos 27 minutos. Bruno Pacheco aproveitou a bola na entrada da área após cobrança de escanteio e empatou a partida para o Ceará. 1 a 1. Poucos minutos depois, Vina virou o jogo para o Ceará. 2 a 1 para o mandante.

Aos 45 minutos, o árbitro da partida acrescentou mais quatro minutos. Durante o tempo determinado, não houve nenhum lance de perigo para as equipes e a partida foi para o intervalo com o Ceará na frente.

Segundo tempo

O Corinthians começou o segundo tempo com duas mudanças. Entraram Lucas Piton e Roni nas vagas de Adson e Cantillo, respectivamente. Aos seis minutos, Roni ganhou a bola no meio-campo, avançou e chutou de fora da área. O goleiro do Ceará defendeu a finalização.

O Timão teve mais uma oportunidade aos nove minutos. Após cobrança de falta de Lucas Piton, o zagueiro Gil cabeceou em direção ao gol, mas o goleiro João Ricardo fez a defesa. Após o lance, o técnico auxiliar Filipe Almeida realizou mais duas substituições no Corinthians. Entraram Giovane e Rafael Ramos no lugar de Fábio Santos e Bruno Méndez.

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O Coringão seguiu com mais posse de bola na primeira metade da segunda etapa, buscando igualar o placar. Aos 19 minutos, Giovane fez grande jogada na ponta esquerda e cruzou para o Roni. O volante do Timão finalizou e a bola explodiu no travessão. Na sobra, Giuliano ainda tentou finalizar, mas não pegou em cheio na bola.

Aos 31 minutos, o Ceará fez o terceiro gol com Cléber. O Corinthians reagiu após o gol sofrido com um ataque perigoso. Lucas Piton arriscou o cruzamento na área, a bola desviou e Giovane cruzou para Roni. O camisa 29 cabeceou por cima do gol.

A última alteração no Coringão aconteceu aos 39 minutos. Xavier entrou na vaga de Giuliano no meio-campo. Aos 45 minutos, o juiz acresceu cinco de acréscimos.

Próximo jogo

O Corinthians volta a entrar em campo na próxima quarta-feira (20), pela 18ª rodada do Brasileirão 2022. O adversário será o Coritiba, na Neo Química Arena, às 21h30 (horário de Brasília).

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Fonte: Agência Esporte

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Estudante da Rede Estadual representa Mato Grosso nas Paralimpíadas Escolares em São Paulo

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Reprodução Seduc/MT

Aos 17 anos, Daniel Santana Prado, estudante da Escola Estadual Cleinia Rosalina de Souza, em Cuiabá, se prepara para representar Mato Grosso na fase nacional das Paralimpíadas Escolares 2026, entre os dias 16 e 20 de novembro, em São Paulo.

O caminho até essa nova oportunidade começou em 2024, quando a professora de educação física Débora Rosana de Souza Lopes Barreto, atualmente treinadora de Daniel, enxergou no atletismo uma nova possibilidade para o estudante. Ele teve paralisia infantil ao nascer, que atingiu a fala.

Desde 2021, Débora já trabalhava com atletismo escolar e passou a observar que estudantes com deficiência nem sempre tinham as mesmas oportunidades de participação nas competições. Essa percepção despertou nela o desejo de ampliar esses espaços e criar condições para que mais alunos pudessem vivenciar o esporte, desenvolver suas habilidades e reconhecer o próprio potencial.

Na época, Daniel praticava xadrez com o professor João Paulo, da mesma unidade, mas o diálogo entre os educadores e o estudante abriu caminho para uma nova oportunidade: participar do Meeting Paralímpico de 2024. A estreia no atletismo levou Daniel ao pódio.

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Para Débora, as competições representam oportunidades de aprendizagem que vão além dos resultados esportivos. “Uma competição pode ensinar muito mais do que regras, técnicas e resultados. Quando estamos em outros estados, procuro mostrar aos estudantes um pouco da história dos lugares, das pessoas e das realidades que encontramos. São experiências que ampliam o olhar e contribuem para a formação deles como cidadãos”, destaca.

A professora também percebeu avanços no desenvolvimento de Daniel ao longo do percurso, especialmente na comunicação e na socialização. O contato com outros atletas com deficiência, segundo ela, permite ao estudante conhecer diferentes trajetórias de participação, autonomia e realização pessoal.

Em 2025, nos Jogos Escolares Paralímpicos, realizados em São Paulo, Daniel conquistou o primeiro lugar no arremesso de peso e no lançamento de dardo, além do terceiro lugar nos 100 metros rasos.

Neste ano, Daniel voltou a competir na fase estadual dos Jogos Paralímpicos Escolares, realizada em Cáceres, onde conquistou a classificação para a etapa nacional. Também participaram da competição Luann Gabriel Ferreira Gomes, de 12 anos, e David Nathan Bueno de Oliveira, de 24 anos, que concluiu o ensino médio no primeiro semestre deste ano.

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Agora, Daniel se prepara para representar Mato Grosso em mais um desafio, levando para a competição a experiência acumulada nas pistas e os aprendizados construídos ao longo de sua trajetória no esporte.

Para o coordenador pedagógico da Escola Estadual Cleinia Rosalina de Souza, Emanuel Ferreira do Nascimento, a história dos estudantes também evidencia a importância de reconhecer as experiências e o potencial de cada aluno.

“Precisamos reconhecer o esforço dos nossos alunos. Cada trajetória é única e todas elas nos inspiram como seres humanos, mostrando que, apesar das dificuldades do dia a dia, temos que continuar caminhando e acreditando em nossas possibilidades”, destaca.

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