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Galo empata com Sao Paulo no Mineirão

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O Galo empatou em 0 a 0 com o São Paulo na noite de hoje, 10, no Mineirão, em Belo Horizonte, pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, o time Alvinegro subiu duas posições na tabela de classificação. Com 28 pontos, ocupa o terceiro lugar.

O jogo
O primeiro tempo foi equilibrado. O São Paulo teve a primeira oportunidade, aos 6 minutos, com Patrick. O goleiro Everson defendeu.

Aos 26 minutos, o Galo teve sua primeira oportunidade de gol. Hulk recebeu a bola e chutou, mas o goleiro Jandrei rebateu. A sobra ficou com Nacho, que foi interceptado pela defesa tricolor ao tentar o passe.

Aos 28, novamente Hulk finalizou de dentro da área e Jandrei defendeu. Aos 29, Guga bateu falta da direita e Jandrei defendeu.

Aos 31 minutos, Welington recebeu a bola na esquerda e avançou até a área. Tocou para Igor Gomes finalizar, mas a defesa Atleticana interceptou.

O Galo teve nova oportunidade aos 37. Após jogada de Rubens pela esquerda, Vargas finalizou e o goleiro Jandrei defendeu. Aos 40, Igor Gomes recebeu a bola de frente para a grande área e chutou forte, para fora.

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Crédito: Clube Atlético Mineiro/Pedro Souza

O Galo também chutou de fora da área, com Allan, aos 46. Jandrei defendeu.

Segundo tempo
As duas equipes voltaram a campo com os mesmos jogadores que terminaram a primeira etapa. Aos 9 minutos, Hulk recebeu a bola no ataque e avançou, mas foi interceptado por Miranda.

Aos 18 minutos, o técnico Antonio Mohamed promoveu duas mudanças na equipe. Saíram Otávio e Zaracho e entraram Jair e Ademir.

Tanto Galo quanto São Paulo tiveram dificuldades para entrar nas áreas adversárias no segundo tempo. Aos 26 minutos, após cobrança de falta pela intermediária, a bola foi alçada na área e sobrou para Junior Alonso, que chutou para fora.

Welington tentou surpreender o goleiro Everson, aos 28 minutos. Chutou forte de longa distância e a bola foi para fora.

Aos 34, Nacho cobrou escanteio da esquerda, Junior Alonso cabeceou e a bola chegou em Jair, que cabeceou para fora.

Aos 38 e aos 40 minutos, os jogadores pediram pênaltis não marcados pelo árbitro Anderson Daronco. Aos 38, Hulk disputava a bola com Miranda na área e caiu. Aos 40, após cobrança de escanteio, a bola bateu no braço de Luizão.

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O Galo ainda tentou aos 51, com Sasha, e aos 52, com Rubens. Mas nas duas jogadas Jandrei defendeu.

Próximo jogo
O Galo volta a campo na quarta-feira, 13, para mais um superclássico contra o Flamengo, na partida de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. O jogo será às 21h30, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O Galo venceu o primeiro jogo por 2 a 1, no Mineirão.

A equipe inicia os preparativos para o duelo amanhã, às 10h, na Cidade do Galo.

Pelo Campeonato Brasileiro, o próximo compromisso do Galo é no domingo, 17, às 18h, contra o Botafogo, no estádio Nilton Santos, no Rio de Janeiro.

Público: 52.356 pagantes
Renda: R$ 1.957.818,72

fonte: https://atletico.com.br/galo-sobe-para-o-terceiro-lugar/

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Fonte: Agência Esporte

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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