POLÍCIA
Polícia Civil prende grupo suspeito de vender panelas falsificadas em Tapurah
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Um grupo suspeito de estelionato e associação criminosa foi autuado em flagrante pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (06.07) em Tapurah, na região Médio-Norte do Estado, quando tentava vender jogos de panelas falsificadas como se fossem produtos importados.
Com o grupo, os policiais civis apreenderam 32 conjuntos com 24 panelas cada um. Uma das mulheres detidas tentou oferecer um jogo das panelas a um policial civil, que estava no centro da cidade. Ela disse que o valor dos produtos era R$ 2,4 mil. Como o policial não demonstrou interesse, a suspeita reduziu as panelas para 1.500,00 reais parcelados em 12 vezes.
Ao suspeitar que se tratava de um golpe, o policial solicitou a identificação da mulher e em seguida parou próximo ao local outra pessoa, que afirmou ser conhecida da vendedora e também vendia os mesmos produtos. Ambas foram solicitadas a se deslocar até a delegacia para esclarecimentos. Na porta da delegacia, uma das mulheres fugiu.
A outra conduzida foi ouvida e declarou que estava acompanhada do marido, localizado em um hotel da cidade. A equipe policial foi até a hospedagem e no local encontrou o marido da mulher e duas crianças.
Na delegacia, o casal foi questionado sobre outros envolvidos no golpe das panelas e declarou que havia mais pessoas na cidade atuando na venda dos produtos. A equipe de investigação localizou mais um casal que se preparava para deixar a cidade e já havia vendido diversos jogos das panelas falsificadas.
Uma mulher declarou ainda que vendeu quatro jogos na cidade, a valores de 1.500 a 3 mil reais. Uma vítima do golpe informou aos policiais civis que foi abordada na rua de maneira insistente. A golpista alegou ser os produtos da Alemanha e mesma a vítima não querendo comprá-las, a mulher reduziu o valor inicial de R$ 2,4 mil para 1.400,00 e deixou a vítima constrangida.
Os quatro foram autuados em flagrante pelo delegado Guilherme Pompeo pelos crimes de estelionato e associação criminosa. As duas mulheres foram liberadas na audiência de custódia porque têm filhos pequenos. Os dois homens tiveram a prisão preventiva decretada e serão encaminhados ao centro de detenção em Lucas do Rio Verde.
Fonte: PJC MT
POLÍCIA
Polícia Civil prende segundo alvo de operação que apura homicídio em Rondonópolis
A Polícia Civil cumpriu, nesta sexta-feira (16.10), o mandado de prisão temporária de mais um alvo da Operação Vizinho do Inimigo, investigado pela participação no homicídio de Mizael da Cruz Paniz, ocorrido no mês de setembro deste ano em Rondonópolis.
A operação foi deflagrada em 13 de outubro, quando a Polícia Civil cumpriu quatro ordens judiciais, sendo dois mandados de prisão temporária e dois de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Criminal de Rondonópolis.
O homicídio ocorreu em 5 de setembro deste ano, na residência da vítima, localizada no bairro Parque Universitário. Dois homens chegaram ao local em uma motocicleta, entraram no imóvel e surpreenderam a vítima no quarto, efetuando 15 disparos de arma de fogo calibre 9 mm.
A dinâmica identificada pelos investigadores aponta para uma ação previamente planejada, que impediu qualquer possibilidade de reação da vítima.
Segundo as investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Rondonópolis, o investigado, de 26 anos, preso nesta sexta-feira (16), morava nas proximidades da casa da vítima. Ele teria sido o responsável por monitorar os movimentos da vítima ,além de cortar o cadeado do portão para facilitar a entrada dos executores no imóvel.
Durante a primeira fase da operação, outro investigado, de 23 anos, foi preso preventivamente no âmbito das investigações do homicídio e também autuado em flagrante por tráfico de drogas.
As diligências continuam para esclarecer a motivação do crime, identificar o terceiro envolvido, apontado como piloto da motocicleta utilizada na ação, e aprofundar a apuração sobre a possível participação dos investigados em uma facção criminosa com atuação no município.
O inquérito policial deverá ser concluído no prazo de 30 dias, com o indiciamento dos investigados já identificados pelos crimes de homicídio qualificado e integração de organização criminosa.
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