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Polícia Civil destrói duas toneladas de drogas na segunda incineração do ano em Cuiabá

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Aproximadamente duas toneladas de entorpecentes foram incinerados pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), na manhã desta terça-feira (28.06), em Cuiabá. A  segunda destruição de drogas realizada no ano, ocorreu na fornalha de uma fábrica de estocagem de grãos, na Rodovia dos Imigrantes, bairro Distrito Industrial.

A incineração faz parte do trabalho da Polícia Civil nas ações que marcam o dia 26 de junho, Dia Nacional de Combate às Drogas, e também integra a operação nacional Narco Brasil, deflagrada nos 26 estados do país e Distrito Federal.

O grande volume de entorpecentes é resultado de apreensões realizadas no ano de 2021 e 2022, por todas as Forças de Segurança e que geraram diversos procedimentos policiais como inquéritos policiais e Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

Conforme a delegada titular da DRE, Juliana Chiquito Palhares, a destruição da droga representa o ato final do enfrentamento ao tráfico de drogas, realizados pelas Forças Policiais, cabendo à Polícia Civil a gestão e incineração de todo montante de droga apreendido.

“É um procedimento bastante meticuloso, em que contamos com a participação de diversos atores do Sistema de Justiça Criminal, autorização judicial, acompanhamento do Ministério Público, Politec, fazendo toda cadeia de custódia do material apreendido até o momento da sua destruição”, disse a delegada.

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O trabalho de incineração contou com apoio da Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob), Vigilância Sanitária, Gerência de Operações Especiais (GOE), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), empresa Águia Sul (que emprestou o caminhão para transporte da droga, e a empresa de grãos Sperafico que cedeu a fornalha para queima da droga.

Fonte: PJC MT

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Ex-secretária e empresários são alvos de investigação sobre contratos públicos em Livramento

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na última quinta-feira (15), a Operação Legado para desarticular o núcleo financeiro de um esquema criminoso que causou prejuízos ao município de Nossa Senhora do Livramento.

Na operação, são cumpridas 30 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Uma pessoa jurídica e cinco pessoas físicas são alvos dos mandados. Entre elas, estão uma ex-secretária municipal, empresários, pessoas apontadas como laranjas e uma empresa utilizada para a operação financeira do esquema. O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio de aproximadamente 30 policiais das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil.

A operação é um desdobramento da Operação Liberatio, deflagrada em 2024 pelo Núcleo de Ação de Competência Originária, do Ministério Público de Mato Grosso (NACO/MP-MT), que, na ocasião, teve como alvos o então prefeito e alguns secretários.

Em continuidade aos trabalhos, foi instaurada uma investigação na Deccor para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro associada aos crimes de peculato, corrupção passiva e organização criminosa, na gestão municipal anterior.

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Os trabalhos buscam apurar o caminho percorrido pelo dinheiro que teria sido desviado de dois contratos firmados, à época, pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento: um deles com um posto de combustíveis, cujo objeto era o abastecimento da frota de veículos oficiais da cidade; e outro com uma construtora responsável pela reforma de pontes de madeira em Nossa Senhora do Livramento.

No período investigado, foram constatadas movimentações de mais de R$ 90 milhões nas contas bancárias dos alvos, incluindo as de uma pessoa que já havia falecido à época das operações financeiras.

Essa pessoa era mãe do proprietário do posto de combustíveis e também avó da proprietária da empresa de construção civil que teria sido beneficiada, de forma atípica, com valores provenientes do posto de combustíveis.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, foi solicitada a expedição de mandados contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as apurações, arrecadar novos elementos de prova e identificar outros possíveis envolvidos.

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Entre as ordens judiciais estão sete mandados de busca e apreensão e seis ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.

Há também uma ordem de proibição de licitar e contratar com o Poder Público, especialmente com o município de Nossa Senhora do Livramento, direcionada à empresa investigada nesta fase.

Foi determinado o bloqueio inicial de R$ 15,8 milhões nas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de dois veículos, uma motocicleta e um caminhão.

Além disso, foi determinada a expedição de ordens às instituições financeiras com as quais a pessoa falecida mantinha relacionamento, para que impeçam a reativação ou a utilização indevida da conta por terceiros, inclusive por pessoas que detenham poderes de representação.

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