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Operação Sonora suspende atividades de cinco bares e conduz um empresário à delegacia

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A 2ª Edição da Operação Sonora, realizada na madrugada deste sábado (28.05), simultaneamente em Cuiabá e Várzea Grande,  interditou dois e suspendeu as atividades de três bares, além da apreensão de equipamentos de som e condução de um empresário à delegacia por resistência à fiscalização. Também foi aplicado diversas notificações por poluição sonora e perturbação do sossego público.

Em Cuiabá, dois comércios foram interditados e três tiveram as atividades suspensas nas regiões da Praça Popular e Avenida Beira Rio a partir do momento da fiscalização. A medição sonora feita com o aparelho decibelímetro apontou o som acima nos níveis permitidos e reincidência em poluição sonora e perturbação do sossego público.

Em Várzea Grande, um comerciante resistiu à fiscalização, ou seja, não aceitou a presença e a ação dos agentes públicos, e acabou sendo conduzido à delegacia. Uma carreta de som foi apreendida na ação.

Sob a coordenação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública, agentes de segurança e outros profissionais de 14 órgãos estaduais e municipais atuaram nessa operação.

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De acordo com o GGI, essa ação foi desencadeada com base em registros de órgãos municipais que apontam reincidências de comércios na prática da poluição sonora, perturbação do sossego, entre outras.

Órgãos Envolvidos

Gabinete de Gestão Integrada (GGI/SESP), 3º, 4º e 10° Batalhão de Polícia Militar, 1° Batalhão de Bombeiros Militar, Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental, Juizado Volante Ambiental (JUVAM), Secretaria de Ordem Pública de Cuiabá (SORP), Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá (SEMOB), Guarda Municipal, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (DEMA), secretarias municipais da Receita e de Meio Ambiente (Semamdrs) e conselhos tutelares. Também contou com o apoio do Ministério Público de Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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