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Obras e reformas avançam no Estado e garantem melhorias nas unidades do Poder Judiciário

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 As ações do Poder Judiciário de Mato Grosso voltadas à eficiência operacional com foco em resultados, previstas no Plano de gestão 2021/2022, têm refletido nas obras e reformas dos prédios das unidades judiciárias em diversas comarcas do Estado. Num ritmo intenso de trabalho os resultados são sentidos pelo público interno e externo que circulam nos prédios da justiça estadual e percebem as melhorias.
 
A obra do novo Fórum de Várzea Grande já está concluída e será entregue nos próximos meses, uma edificação para contemplar as necessidades do cidadão, operadores (as) do Direito, magistrados (as) e servidores (as). Também estão em andamento as obras das novas sedes das comarcas de Água Boa e Chapada dos Guimarães.
 
De acordo com a Coordenadoria de Infraestrutura do TJMT há três grandes obras, já em trâmite interno na área Administrativa do tribunal e que terão os editais publicados para a abertura de licitação: reforma da 1ª e 2 Varas da Infância e Juventude (Complexo Pomeri), na Capital; cabeamento estruturado de todo Fórum de Cuiabá – troca da rede lógica para modernizar e melhorar o acesso ao processo eletrônico e também no Fórum da Capital a energia fotovoltaica.
 
Em abril deste ano a presidente do TJMT, desembargadora Maria Helena Póvoas entregou a primeira Central de Energia Solar de 312,4Kwp instalada no Tribunal de Justiça para geração de energia limpa e renovável. Também foram entregues o projeto de energia solar para o Fórum de Várzea Grande, Nova Xavantina e Primavera do Leste (homologados nesta gestão).
 
Algumas estruturas receberam reformas significativas, a exemplo dos fóruns de Pontes e Lacerda e Alto Araguaia, onde as edificações são antigas e passaram pela recuperação da estrutura dos prédios para comportar as necessidades atuais.
 
Além destas foi realizada reforma emergencial no telhado do Fórum da Comarca de Sinop; reforma emergencial da cobertura do Fórum de Tabaporã e está em fase de conclusão o elevador do prédio da sede da Comarca de Barra do Garças.
 
As reformas e obras estão sendo executadas para contemplar as necessidades da população e representa também a melhoria na qualidade dos serviços prestados pelo Judiciário.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência. 
Imagem 1: foto da fachada no novo fórum de Várzea Grande. Em primeiro plano estão as escadas com amplo espaço até a entrada, ao fundo da imagem.
Imagem 2: fotografia retratando painéis das placas geradoras de energia fotovoltáica instaladas na cobertura do estacionamento dos servidores do Poder Judiciário.
 
 
Dani Cunha/Fotos: Cinfra TJMT e Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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