CUIABÁ

POLÍCIA

Autor de homicídio no bairro do Porto, na Capital, é preso em flagrante pela Polícia Civil

Publicados

POLÍCIA

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) prendeu em flagrante nesta sexta-feira (29.04) o autor do homicídio de Elino Pereira da Silva, 54 anos, encontrado morto em sua residência, na Capital, na noite de ontem. 

A vítima foi encontrada nua na sala de jantar de sua residência, no bairro do Porto, com perfurações de arma branca pelo corpo, na noite de quinta-feira. O suspeito era companheiro da vítima, com que teria tido um desentendimento. 

A equipe de investigação da DHPP realizou diversas diligências para localizar o autor do crime, de 24 anos. No bairro Jardim Leblon, os policiais encontraram roupas do suspeito dentro de uma quitinete, indicado que ele esteve no local momentos antes. A equipe fez mais buscas pelo bairro, mas não o localizou. 

Horas depois, o suspeito procurou a Delegacia de Entorpecentes, onde se apresentou e declarou que sabia que estava sendo procurado.

A equipe da DHPP realizou outra diligência com o suspeito para localizar as roupas com vestígios de sangue, que ele havia dispensado, e depois o conduziu para a unidade especializada para o registro do flagrante. 

Leia Também:  Suspeito de golpes em postos de combustíveis usando cheques clonados é preso em Jaciara

De acordo com o delegado Olímpio da Cunha Fernandes Jr., em interrogatório o suspeito,  confessou o crime, dizendo que que houve uma discussão entre ele e a vítima, com quem estava morando há dois meses, e que, em determinado momento, a atingiu com golpes de faca e depois fugiu a pé, até a quitinete no Jardim Leblon. 

O delegado autuou o suspeito por homicídio qualificado e encaminhou representação ao Poder Judiciário pela conversão do flagrante em prisão preventiva. “A preventiva se mostra imprescindível levando-se em consideração a agressividade e reprovabilidade do crime praticado, o que gerou medo e revolta”, afirmou o delegado.

Fonte: link

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

Publicados

em

Reprodução

Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

Leia Também:  Força Tática do 1º Comando Regional completa quatro anos e realiza entrega de homenagens a autoridades

A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

Leia Também:  Condenado a 19 anos de reclusão tem mandado cumprido pela Polícia Civil em Sorriso

Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA