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Leão luta até o fim e abocanha três pontos na garra

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Mais uma vez com o espírito de acreditar até o fim, o Sport teve uma batalha de 90 minutos contra o Ituano e saiu vencedor na Ilha do Retiro. Placar de 1 a 0, com gol do atacante Bill, já na reta final do confronto. O jogo, realizado nesta noite de terça-feira [26], foi o quarto do Leão no Brasileiro da Série B e a segunda vitória em dois jogos em casa. Agora o time rubro-negro tem 8 pontos e terminará a rodada dentro do G-4.

Campeão do Interior no Campeonato Paulista e reconhecidamente um bom time, a equipe do Ituano foi o adversário duro que já era imaginado. Bem fechado atrás, pouco atacou, respeitou o Leão, mas ao mesmo tempo armou um sistema defensivo com linhas muito baixas e marcação sempre dobrada. Era preciso paciência, calma e qualidade para rodar a bola e tentar. Chutes de longe acabariam sendo uma opção válida e o Sport tentou bastante, mas sem sucesso dessa vez.

No segundo tempo, justamente neste contexto de ter paciência em criar espaço, duas jogadas seguidas de dois jogadores acionados por Gilmar Dal Pozzo que acabaram entrando muito bem. Jogada pelo meio de Ray Vanegas e passe para Bill. Bola na trave. Jogada pela esquerda de Ray Vanegas e passe para Bill. Dessa vez, sem erro. Com liberdade, o atacante empurrou para o gol e selou a vitória leonina dentro da Ilha. 1×0 Sport!

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Estreia – O jogo de hoje marcou a estreia do atacante Kayke com a camisa rubro-negra. O jogador atuou nos 47 minutos da primeira etapa e teve boas movimentações. Giovanni, que havia estreado no último sábado, foi titular pela primeira vez.

Dia do goleiro – Em dia de homenagem ao Dia do Goleiro, data comemorativa a Manga, arqueiro campeão do mundo formado no Sport, Maílson, Leão da Base feito ele foi um dia, esteve bem novamente e terminou os 90 minutos sem ser vazado. Em finalização de rara felicidade aos 48 minutos da etapa final, o Paredão do Leão fez defesa incrível e segurou com as próprias luvas os três pontos para o Maior do Nordeste. Flávio e Albérico, goleiros com lindas histórias no Sport, foram convidados e aplaudiram de pé a atuação do atual camisa 1.

Calendário – Próximo desafio do Sport na Série B será sábado, contra o CSA, em Maceió, às 16h.

Sport 1×0 Ituano: Maílson; Ewerthon, Rafael Thyere, Sabino, Sander; William Oliveira, Bruno Matias (Pedro Naressi), Giovanni (Ray Vanegas); Jáderson (Bill), Luciano Juba, Kayke (Rodrigão).

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GOL: Bill, aos 35 minutos do segundo tempo, para o Sport.

Público e renda: 8.445 pessoas, para uma renda de R$ 155.400,00

fonte: https://sportrecife.com.br/futebol/leao-luta-ate-o-fim-e-abocanha-tres-pontos-na-garra/

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Lula defende proibição de bets e cobra clubes de futebol por alternativas de financiamento

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a defender, na noite desta quinta-feira (8), em Brasília, a proibição das apostas esportivas on-line, conhecidas como bets. Durante discurso à imprensa, acompanhado por senadores da base governista, Lula afirmou que as plataformas representam riscos para o orçamento das famílias brasileiras, especialmente as de baixa renda, e criticou a dependência financeira de clubes de futebol em relação aos patrocínios dessas empresas.

Ao defender a medida, o presidente associou as apostas ao comprometimento de recursos destinados às despesas essenciais das famílias, como alimentação. “Enquanto eu for presidente, nós não vamos permitir que o leite, o pão e o feijão da família sejam utilizados para enriquecer e para lavagem de dinheiro nesse país”, declarou.

Lula também contestou os argumentos de dirigentes e clubes que apontam possíveis prejuízos ao futebol com a restrição às casas de apostas. Segundo ele, o esporte já conquistou títulos importantes antes da expansão desse mercado no Brasil.

“O futebol era muito mais vivo quando não tinha bets. Fomos cinco vezes campeões do mundo sem bets. Depois das bets, mais nada”, afirmou o presidente, ao citar conquistas de clubes brasileiros em competições internacionais.

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Lula questiona dependência de patrocínios

Outro ponto central do discurso foi a relação financeira entre os clubes e as empresas de apostas. Lula criticou o que considera uma transferência excessiva dos custos do futebol para os torcedores, que já gastam com ingressos, camisas e outros produtos relacionados aos times.

Para o presidente, não é adequado que os torcedores também sejam incentivados a apostar para contribuir indiretamente com o financiamento das equipes.

“Além dos torcedores contribuírem com isso, eles ainda querem que os torcedores gastem seu dinheiro apostando nas bets para poder financiar o futebol”, declarou.

Lula também questionou por que os clubes ainda não adotaram, de forma mais ampla, estruturas empresariais para administrar suas atividades. Ele mencionou o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), criado para permitir que clubes constituam empresas voltadas à gestão do futebol.

“Os times podem virar empresas. Vocês estão lembrados que há três décadas todo mundo só falava em virar empresa. Agora pode virar empresa, por que não estão virando?”, questionou.

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Modelo empresarial como alternativa

Ao defender mudanças na gestão dos clubes, o presidente afirmou que as equipes precisam buscar alternativas de financiamento e administração caso as receitas provenientes das apostas sejam restringidas.

Lula argumentou que o futebol brasileiro pode funcionar sem depender das plataformas e defendeu a adoção de modelos de gestão semelhantes aos utilizados em outros países.

“Por que encontraram a facilidade do cassino? Encontraram a facilidade dentro da casa das pessoas pelo celular? Então, não vai ter mais isso. Vão ter que se virar, montar empresas e fazer o futebol funcionar como funciona em muitos lugares do mundo”, concluiu.

A declaração reforça a posição do presidente em favor de medidas para restringir as apostas on-line e ampliar o debate sobre os impactos econômicos e sociais desse mercado. O tema também envolve a discussão sobre as fontes de receita do futebol brasileiro, considerando a presença das empresas de apostas entre os patrocinadores de clubes e competições.

A proposta de proibição mencionada no discurso e seus eventuais efeitos sobre o setor dependem do conteúdo e da tramitação das medidas oficiais.

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