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15ª Edição do Ribeirinho Cidadão terá inicio nesta segunda-feira em Santo Antônio

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A coordenação da Justiça Comunitária realizou hoje (dia 20), a última reunião de organização e detalhamento da 15ª edição do Ribeirinho Cidadão. A reunião foi realizada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A expedição deste ano, que começa na segunda-feira (25 de abril) e será concluída no dia oito de maio, vai percorrer comunidades de Santo Antônio de Leverger, Juscimeira e Barão de Melgaço.
 
“O espírito do Ribeirinho é de servir, é de fazer a diferença na vida de dezenas de centenas de moradores de localidades distantes desses três municípios. E, como nas edições anteriores, vamos levar cidadania, saúde e muitos serviços e ações para essas populações”, frisou o juiz-coordenador da Justiça Comunitária, José Antônio Bezerra Filho.
 
A caravana conta com a participação de 30 parceiros, entre os quais governo estadual, Assembleia Legislativa, Marinha do Brasil e Receita Federal. “É um orgulho imenso reunir tantos parceiros que ajudam que ajudam e contribuem para a transformação social de moradores dessas comunidades. É gratificante, especialmente porque estamos indo depois de tempos conturbados causados pela pandemia”, assinalou a defensora Maria Luziane Ribeiro de Castro, que coordena o Ribeirinho Cidadão junto a Defensoria Pública.
 
Luziane Castro acredita que o Ribeirinho Cidadão deste ano vai superar o número de atendimentos à população em relação com as edições anteriores. “Desde o início da pandemia os atendimentos foram reduzidos e os contatos limitados. Então, as necessidades, certamente, aumentaram. E o Ribeirinho Cidadão é isso, atender quem mais precisa, pessoas que vivem isoladas e, geralmente, esquecidas”, pontou a defensora.
 
Na visão do doutor José Antônio Bezerra, o Ribeirinho Cidadão é um caminho sem volta que leva esperança e dignidade para cidadãos e cidadãs dessas regiões. O encerramento será em Barão de Melgaço onde a Justiça Comunitária contará com a participação de um navio da Marinha do Brasil com serviços de saúde.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
 
Descrição da imagem: fotografia colorida registrando a reunião no auditório Gersário Leite, na sede do TJMT. Em pé, falando para os presentes, representantes do Poder Judiciário e da Defensoria Pública. 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.br
 
 

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Linguagem simples fortalece meios de comunicação da ALMT e aproxima cidadãos do Parlamento

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Traduzir termos técnicos, facilitar o acesso aos serviços públicos e garantir que a população compreenda seus direitos são alguns dos objetivos da linguagem simples. O tema foi discutido nesta quinta-feira (8), durante o 2º Circuito de Palestras de Linguagem Simples, promovido pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Escola de Governo, em Cuiabá. A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) participou da programação com a apresentação de uma experiência da TV Assembleia voltada à compreensão dos assuntos do Parlamento.

Os jornalistas Priscila Almeida e Álvaro Molina apresentaram o projetoComo é que é?, desenvolvido para explicar expressões e conceitos do Legislativo em vídeos curtos, com linguagem acessível e adequada ao público das redes sociais. A iniciativa surgiu da necessidade de aproximar os temas parlamentares da população, especialmente daqueles que não estão familiarizados com os termos utilizados no dia a dia da Assembleia.

Priscila Almeida explicou que o desafio é abordar assuntos complexos de maneira mais direta, sem perder o sentido da informação. “A linguagem simples é, em teoria, a base do jornalismo. É pegar tudo o que está acontecendo no mundo e conseguir fazer com que as pessoas compreendam”, afirmou.

Segundo Álvaro Molina, o formato também favorece a interação com o público. A equipe percebeu o interesse dos cidadãos por meio de comentários, perguntas e pedidos de informações complementares sobre os conteúdos da Assembleia. Para o jornalista, uma comunicação acessível estimula a participação e deixa as pessoas mais à vontade para buscar informações.

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Foto: Helder Faria
Foto: Helder Faria

Comunicação que facilita o acesso aos direitos –A educadora e comunicadora Heloísa Fischer, referência nacional na área e fundadora da Comunica Simples, conduziu a palestra magna do evento. Ela destacou que a linguagem simples coloca o cidadão no centro da comunicação e contribui para que informações e serviços públicos sejam compreendidos por quem precisa utilizá-los.

Segundo ela, com a digitalização dos serviços, essa necessidade se torna ainda mais evidente. Muitas vezes, o cidadão precisa acessar sozinho um sistema ou interpretar uma orientação para dar andamento a uma solicitação. Se as informações não forem claras, o acesso ao serviço pode se tornar mais difícil. “Não adianta só digitalizar o material. A linguagem precisa estar adequada para que a pessoa consiga entender rapidamente o que tem que fazer”, explicou Heloísa.

A especialista também elogiou o trabalho desenvolvido em Mato Grosso, destacando o espaço que a linguagem simples vem conquistando na administração pública estadual. Para ela, a mudança vai além da escrita: envolve uma transformação cultural que considera as necessidades da população e a responsabilidade do poder público de se comunicar com clareza.

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Mais clareza, menos burocracia –A coordenadora do Escritório Central de Processos de Negócios da Seplag, Regina Godoy, ressaltou que a linguagem simples contribui tanto para melhorar o atendimento ao cidadão quanto para tornar os processos internos mais eficientes. O uso excessivo de termos técnicos e expressões burocráticas pode dificultar a compreensão de documentos, atrasar procedimentos e exigir que o usuário procure ajuda para interpretar informações que deveriam estar acessíveis.

Regina destacou que a comunicação clara ajuda as pessoas a identificar seus direitos, entender os requisitos para acessar serviços e evitar deslocamentos desnecessários aos órgãos públicos.

A programação da tarde também reuniu experiências de outros órgãos e instituições, com apresentações sobre a aplicação prática da linguagem simples no Judiciário e na administração pública. A participação da TV Assembleia reforçou a importância de iniciativas que tornam a informação pública mais compreensível e aproximam as instituições da sociedade.

Mais do que simplificar palavras, a proposta é garantir que a informação cumpra sua finalidade: ser compreendida e ajudar o cidadão a exercer seus direitos, acessar serviços e participar da vida pública.



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