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Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 260 milhões em Rondonópolis

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O Governo de Mato Grosso investe R$ 267,5 milhões em Rondonópolis. Em três anos, o município recebeu obras e ações em infraestrutura, saúde, segurança pública, assistência social e educação. 

Em infraestrutura, são investidos R$ 217 milhões em obras, como o asfaltamento da Avenida W-11 e a construção da ponte com 230 metros de extensão, na Avenida, entre os municípios de Rondonópolis e Pedra Petra.

Também está em andamento a construção do asfalto novo da Avenida W-14; 30 km da MT-471, na Comunidade Miau; e 23,9 km da MT-459 e da ponte sobre o Córrego Sucuri na rodovia. Além disso, o asfaltamento da Rodovia do Peixe (MT-471) está em fase de licitação.

“Rondonópolis está numa localização estratégica e tem grande potencial de desenvolvimento, por isso temos focado em obras estruturantes, inclusive em retomar algumas que estavam paralisadas há anos, como a tão sonhada Avenida W -11”, avaliou o governador Mauro Mendes.

Por meio de convênio com o município, o governo trabalha na reestruturação dos distritos industriais Razia e Vetorasso, uma parceria que também conta com recursos da prefeitura e de emendas parlamentares.

“As obras já começaram, são pontos importantes da cidade que merecem uma estrutura adequada. Rondonópolis é responsável por boa parte do desenvolvimento do Estado, está localizado em ponto estratégico e merece todos os investimentos possíveis”, destacou o governador.

O deputado estadual Ondanir Bortolini, o Nininho, ressaltou que a reestruturação dos distritos vai beneficiar tanto a classe empresarial quanto as pessoas que vivem e trabalham na região.  “Esta obra não é apenas para beneficiar as empresas, mas a população e os trabalhadores que precisam de qualidade de vida, que merecem vias apropriadas, essas obras representam os impostos pagos e devolvidos em forma de serviços”.

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A saúde também é uma das prioridades do Governo, que já investiu R$ 6 milhões na modernização do Hospital Regional, cuja obra está na segunda etapa. Também foram feitos investimentos na reforma do escritório Regional de Saúde, e manutenção dos 46 leitos de UTI da Santa Casa de Misericórdia de Rondonópolis. Além disso, a parceria por meio do MT Mais Cirurgias para os procedimentos eletivos está em andamento.

Na educação, entre reformas e reestruturação das escolas estaduais, os investimentos somam mais de R$ 40 milhões. Entre elas, a retomada da construção da Escola Estadual Militar Tiradentes Major PM Ernestino Veríssimo da Silva.

“Logo vamos entregar essa nova escola. Os alunos e profissionais da educação vão poder contar com um ambiente adequado, muito diferente da realidade que vimos há alguns anos”, afirmou o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Na segurança pública, a população já vê as Polícias Civil e Militar melhor equipadas com armamento novo, viaturas e fardas. O Governo também entregou o Centro de Atendimento Socioeducativo (Case), com capacidade para 60 vagas para adolescentes em conflito com a lei. Um investimento de R$ 9,1 milhões.

“Quando investimos no sistema de Segurança Pública, seja no Socioeducativo ou no Penitenciário, é sinal de que estamos garantindo que as penas aplicadas pela Justiça sejam realmente cumpridas sob a tutela do Estado. Isso traz mais dignidade a essas pessoas e com os adolescentes não é diferente”, ratificou o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

A área social é coordenada pela primeira-dama Virginia Mendes, que atua de forma voluntária nas ações. Para a secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, a participação da primeira-dama nas atividades da pasta faz diferença nos resultados.

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“Mais de 12 mil cestas básicas foram entregues para pessoas em situação de vulnerabilidade e 4.500 famílias foram atendidas pelo Programa Ser Família Emergencial. A primeira-dama, de forma voluntária desempenha um trabalho voltado a atender aqueles que mais precisam da ajuda do Estado, pois esse é o nosso dever. O olhar atento da Virginia aos mínimos detalhes nos projetos faz toda diferença no resultado final”, destacou Rosamaria.

Investimento em Logística

A implantação do Porto Seco em Rondonópolis no ano de 2013 impulsionou o desenvolvimento e a logística no Estado. Em 2021, o anúncio da 1ª Ferrovia Estadual aumentou a expectativa de crescimento e integração da região. Partindo de Rondonópolis, a nova ferrovia, com aproximadamente 743 km de extensão vai interligar Rondonópolis, Lucas do Rio Verde e Cuiabá. Os investimentos anunciados são de R$ 11 bilhões.

“Com a ampliação da malha ferroviária nós teremos oferta de emprego e aquecimento da economia e vamos garantir a segurança nas rodovias com a redução dos caminhões. A operação ferroviária também é fator essencial para o mercado interno, integrando a cadeia de produção e consumo do Mato Grosso ao restante do país”, explicou o governador.

Além dos grãos, a ferrovia vai atender outros setores da cadeia produtiva. Pela nova ferrovia poderão ser transportados produtos como: açúcar, fertilizantes, combustíveis, algodão, frango congelado, carne bovina, bebidas, produtos de limpeza, móveis, óleo de soja, milho de pipoca, entre outros.

A previsão é de que o trecho entre Rondonópolis e Cuiabá esteja concluído e em funcionamento em 2026.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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