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Aprosoja-MT visita cooperativas indígenas em Campo Novo do Parecis

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Aprosoja-MT visita cooperativas indígenas em Campo Novo do Parecis

Eles apresentaram os trabalhos em diversas culturas em terras indígenas como Soja, milho e feijão

31/03/2022

O vice-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Lucas Costa Beber, visitou o estande da Cooperativa indígena Coopihanama, na Parecis SuperAgro, em Campo Novo do Parecis.  Na ocasião os representantes apresentaram os trabalhos agropecuários em terra indígena.

“Todo povo que quer plantar, produzir prosperar e melhorar a qualidade de vida deve ter esse direito de escolha, sem interferência do estado ou de ideologias. Os povos indígenas querem produzir, obter  a renda, em harmonia com a natureza e a cultura indígena.” Enfatiza Costa Beber.

 Atualmente essa cooperativa planta soja, milho, milho pipoca e feijão em 17 mil hectares de terras destinada aos índios. Os trabalhos são feitos exclusivamente pelos indígenas das etnias, que se capacitam cada vez mais no ramo do agro.

O representante da cooperativa, Éder Júnior Zuneizokai, destacou o benefício do povo indígena plantar nas suas terras. “Foi uma luta de muitas décadas conquistar esse direito de plantar e colher nas nossas terras indígenas. Hoje a gente planta diversas culturas que nos ajuda bastante, tanto para cuidados com saúde, educação e cuidados básicos das nossas comunidades.” Friza Zuneizokai.

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Estande

 A Aprosoja-MT está presente no Parecis Super Agro, em Campo novo do Parecis com um estande para receber os produtores e sociedade em geral. A próxima feira que a entidade vai estar é a Norte Show em Sinop.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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AGRONEGÓCIO

Demanda por fertilizantes em MT pode crescer até 39% até 2034

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Assessoria/Sedec

A demanda por fertilizantes em Mato Grosso poderá crescer entre 29% e 39% até 2034, segundo projeções de estudo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O diagnóstico também aponta caminhos para atender às necessidades futuras da produção agrícola e propõe a criação de um polo de referência em fertilizantes e nutrição de plantas no estado.

Os resultados foram apresentados na quarta-feira (14.10), em reunião com representantes do Governo de Mato Grosso. Desenvolvido em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Fundação Uniselva, o estudo inclui uma proposta técnica para estruturar um Hub do Centro de Excelência em Fertilizantes e Nutrição de Plantas (CEFENP), com escritório previsto para o Parque Tecnológico, em Várzea Grande.

“A ideia é criar uma estrutura permanente que conecte governo, universidades, empresas e produtores para desenvolver pesquisas e testar tecnologias. Entre os objetivos estão melhorar o aproveitamento dos fertilizantes nas lavouras, buscar alternativas de abastecimento e atrair investimentos para o setor”, explicou a secretária adjunta de Agronegócios, Crédito e Energia da Sedec, Linacis Vogel Lisboa.

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Além das projeções de consumo, o levantamento analisou oportunidades, dificuldades e o potencial de aproveitamento de resíduos agropecuários na cadeia de fertilizantes. Os pesquisadores também estudaram experiências de centros de excelência em países como Marrocos, Alemanha, Holanda, Austrália, China e Estados Unidos, visitados durante missões técnicas.

Para tirar a proposta do papel, foi discutida a prorrogação do Convênio nº 1807/2025, para estruturação do Hub do CEFENP em Mato Grosso.  A intenção é dar continuidade ao trabalho, passando do diagnóstico para a estruturação do Hub.

Outra agenda, realizada na sede da Sedec, tratou da preparação do Fórum Internacional de Fertilizantes, Nutrição de Plantas e Segurança Alimentar, previsto para 18 de novembro, em Cuiabá. O evento deverá marcar o lançamento do Movimento Mato Grosso Pró-Fertilizantes, voltado à mobilização de instituições públicas, pesquisadores e empresas em torno de projetos para o setor.

“Durante o fórum, está prevista a assinatura de um memorando de entendimento multilateral, documento que deverá registrar o compromisso de cooperação entre as instituições participantes. A articulação pretende apoiar pesquisas, inovação, atração de investimentos e o desenvolvimento de atividades industriais ligadas aos fertilizantes”, comentou Linacis.

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