CUIABÁ

MATO GROSSO

Entenda como funciona o serviço de Protocolo do Detran-MT

Publicados

MATO GROSSO


Cidadãos e pessoas credenciados que precisam protocolar documentos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) podem procurar a sede da Autarquia, em Cuiabá, ou uma das 62 Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) no Estado. Somente na sede do Detran são realizados cerca de 120 atendimentos por dia na Gerência de Protocolo.

Conforme o gerente do setor, Yan Tayllor Camargo Motta, a Gerência de Protocolo recebe documentos relacionados aos serviços de veículos, habilitação, advocacia, Cetran, leilão, entre outros que necessitam de documentação para serem concluídos. 

Dentre os serviços mais procurados para protocolar documentos estão: isenção das taxas de mudança de característica para o Gás Natural Veicular (GNV) para motoristas de aplicativos, recurso de multas, identificação do condutor, solicitação de credenciamento e solicitação de autorização para ministrar cursos especializado para o motorista.  

Cada serviço exige uma documentação específica a ser protocolada. Para o processo de isenção das taxas do GNV, o motorista de aplicativo deve preencher e assinar o requerimento com a solicitação, extrato do relatório de corridas, certidão negativa de débitos e cópias da CNH e do CRLV do veículo.

Leia Também:  Cerimônia do Prêmio Sabino Albertão terá presença de atletas que competiram nas Olimpíadas e Paralimpíadas de Paris

Para recurso de multas, primeiro é necessário que o motorista identifique qual o órgão autuador. Caso a infração seja de competência do Detran, o requerente deve comparecer ao guichê de atendimento com suas alegações de defesa devidamente argumentado e assinado pelo requerente, cópia de documento pessoal com foto (CNH ou carteira de identidade) e cópia do CRLV do veículo.

Já a identificação do condutor serve para transferir a pontuação de uma multa quando o condutor não é o proprietário do veículo. Para isso, caso o condutor infrator não seja o proprietário do veículo, deve preencher o formulário de identificação do condutor assinado por ambas as partes (proprietário e infrator), além da cópia da CNH do condutor e do proprietário do veículo.

A Gerência de Protocolo também auxilia e orienta os proprietários de veículos emplacados em Mato Grosso que foram multados em outro Estado. “O recurso é encaminhado para o Detran responsável pela autuação e o usuário não precisa gastar com as taxas de envio de correspondências”, explicou o gerente do setor, Yan Tayllor. 

Leia Também:  Mulher é presa pela PM com maconha e dinheiro do tráfico de drogas

Após os documentos serem protocolados no Sistema Estadual de Produção e Gestão de Documentos Digitais (Sigadoc), o cidadão recebe um número de protocolo para acompanhar o andamento do processo através do portal Sigadoc (https://sigadoc.mt.gov.br/sigaex/public/app/processoautenticar?n= ).

O atendimento presencial na Gerência de Protocolo na sede do Detran é realizado das 8h às 16h, sem agendamento prévio. Já nas 62 Ciretrans o serviço é realizado somente com agendamento prévio através do site do Detran (www.detran.mt.gov.br).

Mais informações – Disque Detran: (65) 3615-4800

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

Publicados

em

O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

Leia Também:  Museu de História Natural inaugura mostra "A constelação do homem velho" neste sábado (15)

Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

Leia Também:  Força Tática prende dois homens e recupera equipamentos furtados de lan house

Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA