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Secretaria de Estado de Saúde promove 2ª Oficina de Planejamento Regional Integrado

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A Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso (SES-MT) e o Conselho de Secretários Municipais de Saúde de Mato Grosso (Cosems-MT) realiza, entre terça-feira (29.03) e quinta-feira (31.03), no Hotel Fazenda Mato Grosso, a 2ª Oficina de Implantação do Processo de Regionalização da Saúde e do Planejamento Regional Integrado (PRI).

Também participam da realização do evento a Superintendência Estadual do Ministério da Saúde e a Beneficência Portuguesa de São Paulo (BP). A Secretaria de Saúde do Estado de Goiás participa como convidada para a troca de experiências.

O processo de Planejamento Regional Integrado faz parte da agenda estratégica do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é formatar a organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS) no âmbito das Macrorregiões de Saúde, favorecendo o avanço da diretriz da regionalização contemplando os 141 municípios.

O público-alvo da oficina são os membros do Grupo Condutor Estadual (GCE) e dos Grupos de Trabalho Macrorregionais (GTM) do Estado e municípios, bem como as equipes do Planejamento e do Núcleo de Gestão Estratégica para Resultados (NGER) da SES.

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A coordenadora do Projeto de Implantação do Planejamento Regional Integrado no estado de Mato Grosso, Glória Maria da Silva Melo explica que, durante os três dias, os membros do Grupo Condutor Estadual e dos Grupos de Trabalho Macrorregionais (GTM) do Estado e municípios estarão realizando o alinhamento conceitual e metodológico para a implementação do Planejamento Regional Integrado no âmbito do estado de Mato Grosso.

O PRI é realizado no âmbito das Macrorregiões, por meio das pactuações entre o governo do Estado e municípios com a participação do Ministério da Saúde, cujo produto é o Plano Regional, base para a elaboração do Plano Estadual de Saúde, que visa promover a equidade regional e contribuir na concretização do planejamento ascendente do SUS. 

“Por meio da 2ª Oficina, pensando nas próximas etapas do processo, dentre elas a análise técnica da situação de saúde e das necessidades da população, o governo do Estado dará continuidade aos trabalhos de construção, implantação e efetivação da regionalização da saúde e do PRI, um dos principais desafios do SUS, porque exige um grande esforço da gestão estadual na condução deste processo junto aos Municípios”, pontua a coordenadora do PRI.

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Os gestores de Saúde deverão realizar análise técnica da situação de saúde e das necessidades da população, além da troca de experiências com o gestor de Saúde do Estado de Goiás.

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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