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Projeto Verde Novo fortalece parcerias e continua missão de arborizar Cuiabá

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O Projeto Verde Novo vem fortalecendo as parcerias públicas e privadas interessadas em colaborar com o fomento da conscientização da importância da arborização urbana de Cuiabá. Já no seu quinto ano de atuação, o Verde Novo promoveu já 469 ações ambientais, com o plantio e distribuição de 145.187 mudas de árvores nativas e frutíferas do Cerrado.
 
A concessionária de energia elétrica Energisa é parceira desde 2019. Além de contribuir com ações do projeto, a Energisa também tem por objetivo contribuir com a divulgação do plantio correto das árvores, informando quais as melhores espécies para serem plantadas na área urbana, em especial em locais onde há redes de distribuição de energia.
 
“A gente quer ver as cidades do nosso estado sempre bem, bonitas e desenvolvidas. E essa parceria com o Projeto Verde Novo veio justamente desse nosso trabalho para trazer melhorias em Cuiabá. Essa ação vem pra trazer de volta a Cidade Verde e a gente fica muito feliz de fazer parte de algo tão importante”, afirma Ana Carolina Ribas, gerente de gestão e projetos da Energisa.
 
A TV Centro América também é parceira em campanhas publicitárias e VTs de mídia educativa. A empresa comunicacional promove investimentos constantes na implementação de políticas de responsabilidade socioambiental, com o desenvolvimento de projetos e o apoio a ações que beneficiam diretamente a sociedade, além da divulgação espontânea de pautas socioambientais.
 
O Grupo Petrópolis é parceiro do Projeto desde 2017. Ao longo desses anos, a parceria tem se fortalecido, por meio da doação e plantio de uma quantidade expressiva de mudas, totalizando mais de 145 mil unidades.
 
Sergio Savioli Resende, assessor do Juizado Volante Ambiental (Juvam) e coordenador do Projeto Verde Novo, explica que o projeto trabalha com o tripé divulgar para conscientizar; plantar para dar exemplo; e distribuir para gerar oportunidades. Para tanto, a atuação das instituições parceiras é de fundamental importância.
 
“É preciso plantar para mostrar que todos também têm esse dever e que a distribuição é fundamental para que as pessoas plantem. Por meio dessas parcerias, levamos o projeto a mais lugares, a mais pessoas. Toda forma de parceria é vista como uma oportunidade de promover a conscientização ambiental”, frisa.
 
Além dessas parcerias, o projeto Verde Novo também conta com o engajamento e atuação do Instituto Ação Verde, responsável por elaborar a estratégia de arborização do projeto desde o princípio, além de outras frentes de trabalho, e a Prefeitura de Cuiabá, que oferece apoio de equipe para o desenvolvimento das atividades de preparação do plantio – preparo e limpeza do terreno, a perfuração do solo, a disponibilidade do tutor (estaca) e o fornecimento do substrato (terra preta).
 
 
Esta matéria contém recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição da imagem: Fotografia em ambiente aberto. Mãe e filho estão abaixado plantando uma muda de árvore em uma calçada.
 
Mylena Petrucelli/ Foto: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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