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PRF apreende carga de madeira ilegal carregada em veículo com registro de furto

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Nessa madrugada, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal realizava fiscalização na BR 163, município de Sinop/MT, quando abordou uma carreta que transportava madeira de Novo Progresso/PA para Sinop/MT.

Durante o procedimento de fiscalização, foram solicitadas as guias florestais exigidas para o transporte de madeira e o Documento de Origem Florestal (DOF). A documentação apresentada declarava 28m³ de madeira manufaturada para portas e móveis, porém ao avaliar a carga a equipe da PRF verificou tratar-se de madeira serrada (tábuas, caibros e vigas)

Foi feita uma descrição na documentação fiscal com o único objetivo de dissimular a natureza do produto transportado como forma de enganar a fiscalização, ou seja, descrevendo-o como produto dispensado da emissão de Guia Florestal. O que já caracteriza crime contra flora, na modalidade transporte de madeira sem licença válida para todo o tempo da viagem ou do armazenamento, outorgada pela autoridade competente.

Além disso, foi realizado o cálculo do volume da carga, constatando-se o valor de 49,82m³, bem acima do valor declarado na documentação apresentada.

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Diante da situação, foi feita uma fiscalização mais detalhada em todo o veículo, verificando que o semirreboque apresentava indícios de adulteração. Ao fazer as devidas consultas, retornando o resultado de registro de furto/roubo para o veículo.

Ainda foram encontradas dentro do veículo, cartelas de comprimidos de Nobésio, anfetamina conhecida como rebite, utilizada para manter o condutor do veículo acordado por longos períodos de tempo.

Diante dos fatos, o condutor do veículo foi detido, a princípio, pelos crimes de Transportar, adquirir, vender, madeira, lenha, carvão sem licença válida, porte de droga para consumo e receptação, sendo encaminhado à delegacia da Polícia Judiciária Civil de Sinop/MT.

Fonte: PRF MT

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Servidora investigada por extorsão movimentou R$ 7 milhões em três anos, aponta Polícia Civil

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A servidora pública Fernanda Leite da Matta, investigada na Operação Laço Oculto, movimentou cerca de R$ 7 milhões em operações de crédito e débito ao longo de três anos, segundo a Polícia Civil. Ela é apontada como uma das líderes de um esquema que teria extorquido R$ 1,1 milhão de uma colega de trabalho durante quatro anos.

A operação foi deflagrada na terça-feira (21) pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que cumpriu 14 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande. Além de Fernanda, também é investigado o servidor da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Deiwson Ortelhado.

De acordo com o delegado Hugo Abdon Lima, os suspeitos teriam usado informações sobre a rotina da vítima para convencê-la de que estava sendo ameaçada por um agiota, levando-a a realizar sucessivas transferências bancárias.

Além do crime de extorsão, a investigação apura possíveis práticas de lavagem de dinheiro, receptação e agiotagem. A Polícia Civil solicitou o bloqueio de mais de R$ 3 milhões em bens e valores, além do sequestro de veículos, para garantir o ressarcimento dos prejuízos e o andamento do processo.

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