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Batalhão Ambiental prende 14 pessoas e apreende armas de fogo e máquinas

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O Batalhão da Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) intensificou suas ações de policiamento nas estradas, rios e florestas de Mato Grosso, durante o período de carnaval. O reforço na segurança resultou na abordagem de 691 pessoas em procedimentos de checagem e patrulhamento, somando 14 prisões e na apreensão de 9 armas de fogo.

Entre as pessoas conduzidas à delegacia, destacam-se os crimes de porte ou posse ilegal de arma de fogo, furto e estelionato,  em flagrantes que aconteceram nos municípios da Baixada Cuiabana, Barra do Bugres, Barra do Garças, Cáceres e Torixóreu.

Uma das ocorrências envolveu três homens, que foram presos com cinco armas de fogo, na zona rural de Santo Antônio do Leverger, na segunda-feira (28.02). Na ação, os suspeitos foram abordados em um veículo e, durante vistoria, os policiais encontraram um revólver calibre 22, duas carabinas, uma pistola 9mm e um revólver calibre 357. Além disso, cerca de 60 munições de diversos calibres foram apreendidas.

As equipes também receberam denúncias sobre outros delitos, o que ocasionou na identificação de áreas de desmatamento ilegal e na apreensão de 8 maquinários utilizados para o crime. 

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Em uma das ocorrências, foram apreendidos: um trator, dois caminhões e três motosserras, que estavam sendo utilizadas para desmatar uma área, na cidade de Barra do Garças, no sábado (25.02). Questionado, o proprietário da área afirmou não ter documentações para explorar o local e foi conduzido para à Delegacia.

Os chamados para as equipes também resultaram no resgate, remanejo e/ou devolução à natureza de 20 animais silvestres.

 
Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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