CUIABÁ

POLÍCIA

Bope realiza solenidade de aniversário de 34 anos no Teatro Zulmira Canavarros

Publicados

POLÍCIA


A Polícia Militar realizará a solenidade alusiva ao aniversário de 34 anos do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar (Bope) nesta quarta–feira (16), às 17 h, no Teatro Zulmira Canavarros, na Capital. Na ocasião, os policiais irão homenagear alguns convidados com a entrega da Moeda Honorífica do Bope. 

A solenidade integra a programação especial em comemoração ao aniversário da unidade, celebrado no dia 20 de fevereiro. Autoridades civis e militares serão agraciadas com a Moeda Honorífica do Bope pelos serviços relevantes prestados à instituição e à sociedade. 

O Bope foi fundado em fevereiro de 1988, possui 118 policiais e integra o Comando Especializado (Cesp), atendendo ocorrências de maior complexidade e potencial ofensivo, como roubo a banco, tráfico de drogas, assalto com refém, além das ações criminosas envolvendo o uso de artefato explosivo.

Em 2021, os policiais do Bope realizaram 14 operações, atenderam 117 acionamentos e prestaram 28 ações de apoio às outras unidades da PM e de outras instituições estaduais das Forças de Segurança. Também realizaram 89 patrulhas bancárias e a equipe especializada antibomba atendeu 47 ocorrências; e a equipe do Canil Bope atendeu 43 demandas.  

Leia Também:  Gefron, Bope e PF apreendem 220 tabletes de cocaína escondidos em caminhão com carga de carne

A unidade atuou ainda na capacitação de 900 policiais, por meio de 37 instruções alto nível técnico. Os instrutores preparam policiais e agentes de segurança pública da PM e de instituições coirmãs como, Polícia Judiciária Civil, Sistema Penitenciário, Polícia Federal, Exército Brasileiro, Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso e de outros Estados.  

Serviço  

Evento: Solenidade alusiva dos 34 anos do Bope  

Data: 16/02 (quarta–feira), às 17 h

Local: Teatro Zulmira Canavarros, Avenida André Maggi, Centro Político Administrativo, em Cuiabá 

Fonte: PM MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍCIA

Acusado de feminicídio é encontrado morto em cela de presídio em Várzea Grande

Publicados

em

Reprodução

Joilson Bonifácio Correia de Sousa Silva, de 44 anos, foi encontrado morto na manhã deste sábado (17) em uma cela da Penitenciária Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá. Ele era acusado de assassinar a ex-companheira, Conceição Moreira da Silva, de 31 anos, com aproximadamente 16 golpes de faca, em Chapada dos Guimarães.

Informações preliminares repassadas à reportagem indicam que Joilson estava sozinho na cela quando foi localizado. Ainda não há confirmação oficial sobre a causa da morte nem sobre as circunstâncias em que o corpo foi encontrado. A hipótese inicial de que não houve participação de outras pessoas depende de apuração e não foi confirmada.

As autoridades deverão realizar perícia médico-legal e examinar registros da unidade prisional para esclarecer o horário e a causa do óbito, além das condições em que o detento permaneceu sob custódia do Estado.

Joilson estava preso desde a noite de 10 de outubro, quando foi detido após a morte de Conceição. O feminicídio ocorreu por volta das 21h, na Rua do Ipê, nas proximidades da Mercearia Azevedo, no bairro São Sebastião, em Chapada dos Guimarães, a cerca de 65 quilômetros de Cuiabá.

Segundo os registros policiais, Conceição havia saído do trabalho em um supermercado e seguia de bicicleta para uma pizzaria quando foi surpreendida pelo ex-companheiro. Ele teria aguardado a passagem dela e iniciado o ataque em via pública. A vítima foi derrubada e atingida por aproximadamente 16 golpes de faca.

Leia Também:  Polícia Civil prende autor de estupro seguido de roubo em Tangará da Serra

A Polícia Militar foi acionada pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após testemunhas relatarem que uma mulher era atacada com uma arma branca. Quando os policiais chegaram, encontraram o suspeito contido por moradores. Joilson tinha ferimentos pelo corpo e um corte na cabeça, atribuídos à reação de pessoas que presenciaram o ataque. A faca indicada como instrumento do crime foi apreendida.

Socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Conceição foi encaminhada para atendimento médico, mas morreu em decorrência da gravidade dos ferimentos. O caso foi registrado no boletim de ocorrência nº 2026.343185 e passou a ser investigado pela Polícia Civil como feminicídio.

Vítima havia denunciado ameaças

Conceição havia procurado as autoridades para denunciar ameaças do ex-companheiro. Em 28 de setembro, 12 dias antes de ser morta, obteve uma medida protetiva de urgência após relatar episódios de violência e intimidação.

De acordo com informações divulgadas sobre o procedimento policial, ela havia voltado à residência onde morava com Joilson para buscar pertences, acompanhada de dois irmãos. Na ocasião, ele teria se armado com uma faca e ameaçado a mulher. Os familiares intervieram, e ela não foi atingida.

Leia Também:  Policiais civis desmontam ponto de venda de drogas e apreendem diversos produtos eletrônicos

Depois do episódio, Conceição registrou denúncia por ameaça no contexto de violência doméstica. O procedimento apontava risco grave à integridade da vítima. Informações levantadas durante a investigação indicaram que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e perseguia a ex-companheira.

Mãe de três filhos, Conceição teve a morte lamentada pelo Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Chapada dos Guimarães, que também questionou a efetividade da proteção oferecida após as denúncias.

Prisão preventiva

Joilson foi preso em flagrante em 10 de outubro. No dia seguinte, durante audiência de custódia, o juiz plantonista André Barbosa Guanaes Simões converteu a prisão em flagrante em preventiva. A medida manteve o acusado sob custódia enquanto avançavam os procedimentos judiciais, mas não representava condenação definitiva.

Com a confirmação formal da morte, a Justiça poderá reconhecer a extinção da punibilidade de Joilson, nos termos do artigo 107, inciso I, do Código Penal. A morte do acusado não impede a apuração de eventuais responsabilidades de outras pessoas, caso sejam identificadas.

Até a conclusão dos procedimentos oficiais, a causa da morte de Joilson permanece indeterminada.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA