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‘Magistratura e Sociedade’ fala sobre temas da atualidade com Guilherme Freire, filósofo conservador

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Já está no ar a sétima edição do programa Magistratura e Sociedade, canal que promove o desenvolvimento de reflexão teórica a partir da perspectiva das ciências sociais. Nesta edição, o professor-mestre em Filosofia Guilherme Freire, possuidor de pensamento crítico conservador, dialoga com o professor da Esmagis e juiz Gonçalo Antunes sobre temas da atualidade.
 
Dentre os assuntos abordados, estão a possibilidade de magistrados se insurgirem e vencer mecanismos de vigilância na sociedade distópica. “Eles têm e devem resistir ao controle da liberdade de expressão. Eu gostaria de ver juízes que tenham visão moral-filosófica profunda a ponto de zelar pelo bem jurídico social e pela liberdade das pessoas. Isso seria uma aspiração legítima”, ressalta o entrevistado.
 
Guilherme Freire ministra aulas há nove anos pelo Brasil inteiro em instituições como Fundação Getúlio Vargas, CEU Law school- Formação de Lideranças Jurídicas e ainda Colégio Catamarã. Também é administrador e desenvolvedor da empresa Brasil Paralelo, que produz material audiovisual com viés conservador sobre política, história e temas da atualidade.
 
Assista AQUI à íntegra do programa e saiba mais sobre este bate-papo.
 
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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