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Patrulha Rural recupera 38 cabeças de gado furtadas de fazenda e prende dois homens

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Em ação rápida, equipes da Patrulha Rural de Rondonópolis recuperaram 38 cabeças de gado furtadas de uma fazenda, neste domingo (06.02), na zona rural da cidade. Na ação, dois homens foram presos em flagrante por roubo e formação de quadrilha e dois caminhões utilizados no transporte do gado foram apreendidos.

Conforme o boletim de ocorrência, por volta de 10h, a equipe da Patrulha Rural recebeu uma denúncia informando sobre o furto de gado em uma fazenda, onde os criminosos tinham fugido por uma região de mata. No local, o vizinho da fazenda disse que teria visto vários suspeitos carregando o gado para cima de dois caminhões e que achou a atitude estranha e acionou o dono da propriedade.

Ao ser informado pelo vizinho, a vítima foi até sua fazenda e na estrada viu dois caminhões carregados com gado, momento em que teria atravessado o veículo na pista para impedir a passagem dos caminhões. Na ação, dois suspeitos fugiram, restando no local apenas os motoristas dos veículos de carga.

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Em abordagem, os suspeitos afirmaram que haviam sido contratados e que receberam uma quantia via pix para realizarem quatro viagens transportando gado até o município de Poxoréo. Ao serem questionados sobre as notas fiscais para o transporte, os suspeitos disseram que o gerente da fazenda, que seria o destino do gado, estaria com as notas em um restaurante na MT-130, mas não sabiam informar sua identidade.

Diante dos fatos, os dois caminhões foram apreendidos e as 38 cabeças de gado foram devolvidas ao dono da fazenda. Os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Rondonópolis para o registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-Denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.065.3939.

 
Fonte: PM MT

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Ex-secretária e empresários são alvos de investigação sobre contratos públicos em Livramento

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na última quinta-feira (15), a Operação Legado para desarticular o núcleo financeiro de um esquema criminoso que causou prejuízos ao município de Nossa Senhora do Livramento.

Na operação, são cumpridas 30 ordens judiciais expedidas pelo Juízo do Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias de Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor).

Uma pessoa jurídica e cinco pessoas físicas são alvos dos mandados. Entre elas, estão uma ex-secretária municipal, empresários, pessoas apontadas como laranjas e uma empresa utilizada para a operação financeira do esquema. O cumprimento das ordens judiciais conta com o apoio de aproximadamente 30 policiais das delegacias da Diretoria de Atividades Especiais da Polícia Civil.

A operação é um desdobramento da Operação Liberatio, deflagrada em 2024 pelo Núcleo de Ação de Competência Originária, do Ministério Público de Mato Grosso (NACO/MP-MT), que, na ocasião, teve como alvos o então prefeito e alguns secretários.

Em continuidade aos trabalhos, foi instaurada uma investigação na Deccor para apurar a possível prática dos crimes de lavagem de dinheiro associada aos crimes de peculato, corrupção passiva e organização criminosa, na gestão municipal anterior.

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Os trabalhos buscam apurar o caminho percorrido pelo dinheiro que teria sido desviado de dois contratos firmados, à época, pela Prefeitura de Nossa Senhora do Livramento: um deles com um posto de combustíveis, cujo objeto era o abastecimento da frota de veículos oficiais da cidade; e outro com uma construtora responsável pela reforma de pontes de madeira em Nossa Senhora do Livramento.

No período investigado, foram constatadas movimentações de mais de R$ 90 milhões nas contas bancárias dos alvos, incluindo as de uma pessoa que já havia falecido à época das operações financeiras.

Essa pessoa era mãe do proprietário do posto de combustíveis e também avó da proprietária da empresa de construção civil que teria sido beneficiada, de forma atípica, com valores provenientes do posto de combustíveis.

Ordens judiciais

Com base nas investigações, foi solicitada a expedição de mandados contra os investigados, com o objetivo de aprofundar as apurações, arrecadar novos elementos de prova e identificar outros possíveis envolvidos.

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Entre as ordens judiciais estão sete mandados de busca e apreensão e seis ordens de acesso a dados armazenados em dispositivos móveis.

Há também uma ordem de proibição de licitar e contratar com o Poder Público, especialmente com o município de Nossa Senhora do Livramento, direcionada à empresa investigada nesta fase.

Foi determinado o bloqueio inicial de R$ 15,8 milhões nas contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro de dois veículos, uma motocicleta e um caminhão.

Além disso, foi determinada a expedição de ordens às instituições financeiras com as quais a pessoa falecida mantinha relacionamento, para que impeçam a reativação ou a utilização indevida da conta por terceiros, inclusive por pessoas que detenham poderes de representação.

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