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Bope inicia curso de atirador para policiais nesta terça-feira (1º)

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O Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar de Mato Grosso (Bope) realiza, nesta terça-feira (1º.02), a aula inaugural do 1º Curso de Atirador Designado Policial, na Capital. O evento acontece a partir das 16h, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), no Centro Político Administrativo. 

O curso com carga horária de 138 horas/aulas prepara o policial por meio de treinamentos técnicos e táticos para aprimorar suas atividades na resolução de situações críticas, como, por exemplo, roubos a instituições financeiras, dentre outras ocorrências que seja necessário o emprego de técnicas não convencionais. 

Nesta primeira edição do curso, 14 policiais participam da instrução, entre eles policias militares de Mato Grosso da Capital e do interior, policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar do Estado do Paraná e equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal. 

A aula inaugural contará com a presença do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jonildo José de Assis, e terá como palestrante o coronel Ronaldo Roque, da Diretoria da Agência Central de Inteligência (Daci). 

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Serviço

Aula inaugural do 1º Curso de Atirador Designado Policial

Data e hora: terça-feira (1º de fevereiro), às 16h 

Local: auditório da OAB-MT, Rua Dr. Mário Cardi Filho, S/N – Centro Político Administrativo, Cuiabá 

Fonte: GOV MT

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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