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Seplag retoma projeto que auxiliaservidor no autocontrole do peso

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), por meio da Coordenadoria de Segurança e Saúde no Trabalho da Área Sistêmica (CSST), retoma nesta quinta e sexta-feira (27 e 28.01) o projeto “Pesagem Mensal”, que consiste em auxiliar os servidores da Seplag no automonitoramento do peso ao realizar, mensalmente, o exame de bioimpedância que mede, entre outras coisas, a quantidade de gordura corporal da pessoa.

A iniciativa faz parte do programa Ação Vida Saudável e também tem como objetivo incentivar os servidores a adotarem hábitos nutricionais mais saudáveis e a praticarem regularmente atividades físicas.

Além da Pesagem Mensal, o programa conta com outras ações voltadas para o cuidado com a saúde física e mental dos servidores, como as aulas de vôlei e futsal e as práticas online de mindfulness, treino funcional e ginástica laboral. Nos próximos meses o crossfuncional, que é uma atividade de condicionamento físico, também será integrado ao programa idealizado pela pasta.

“A gestão do governador Mauro Mendes tem um grande cuidado com a saúde dos nossos servidores, a valorização do servidor é algo muito sério para nós”, destacou o titular da Seplag, Basílio Bezerra.

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De acordo com o educador físico da Seplag, Valdecarlos Santos, depois de realizar o exame, que além da gordura corporal ainda mede a massa magra e a quantidade de água no corpo, o servidor receberá seus resultados e os parâmetros para que também possa acompanhar a sua evolução no projeto, “incentivando o autocuidado”.

“A adoção de hábitos mais saudáveis também proporciona os chamados benefícios secundários como a diminuição da ansiedade e maior disposição para as atividades do trabalho e da casa, isso inclusive ajuda a evitar que os servidores se afastem do trabalho por questões relacionadas à transtornos mentais e comportamentais”, ressaltou o educador físico.

A pesagem ocorrerá sempre nas últimas quintas e sextas-feiras de cada mês, das 14h às 16h20, na sala da CSST/Seplag, próxima ao espaço de convivência da Controladoria Geral do Estado (CGE). Em razão da pandemia da Covid-19 e do surto de gripe, os servidores da pasta serão atendidos com horário marcado. A Coordenadoria ressalta que todas as medidas de biossegurança serão adotadas. Para participar do projeto, inscreva-se AQUI.

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Mais informações pelos telefones: (65) 99222-9364 e (65) 3613- 3727 / 3722 / 3721.

(Supervisão de texto de Nayara Takahara)

Fonte: GOV MT

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Saiba como uma ideia pode se transformar em lei

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O povo mato-grossense pode exercer diretamente o poder político por meio da iniciativa popular no processo legislativo. Na prática, isso significa que é possível ao cidadão apresentar à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) propostas que podem virar leis. Para isso, no entanto, a  Constituição Estadual prevê que o projeto de lei de iniciativa popular deve ser assinado por pelo menos 1% de eleitores residentes em pelo menos cinco municípios do estado. 

A proximidade entre a população e os parlamentares, porém, pode facilitar esse processo e resultar de forma mais rápida em leis que atendem aos anseios da sociedade. Ideias para melhorar o atendimento público em diferentes áreas, como educação, saúde ou direitos do consumidor, podem ser encaminhadas aos deputados por qualquer cidadão e virar projetos de lei.

O consultor de serviços legislativos da ALMT, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o projeto de lei apresentado deve responder, primeiramente, se ele é de interesse público. Essa questão é respondida a partir da análise de uma comissão temática. Se o projeto tratar de segurança pública, por exemplo, deve ser analisado pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária.

Seguindo um caminho estabelecido pelo  Regimento Interno , a proposta ainda passa pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação, que analisa se ela é constitucional. Depois, se aprovado em sessão plenária, o projeto de lei vai para o governador do estado, que tem o poder de sancionar (aceitar o projeto e publicar a lei) ou vetar (discordar do projeto e devolver aos deputados com os motivos da rejeição). 

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Ainda segundo o consultor, as discussões mais aprofundadas sobre um projeto de lei ocorrem durante as reuniões das  comissões parlamentares , que são públicas. Não há possibilidade de um projeto ir para votação em sessão sem passar antes pela análise de uma comissão.

“Costumamos falar que o plenário é o coração, onde existem os debates mais emocionais, mais passionais. Nas comissões, a gente tem um olhar mais cuidadoso, mais técnico, como se fosse o cérebro do processo legislativo”, compara Barros.

No site institucional da ALMT, é possível conhecer o perfil dos  deputados estaduais e os projetos de leis que eles já apresentaram. Todas as propostas que continuam em tramitação, ou seja, que ainda vão ser votadas, também podem ser conferidas no link  Projetos em Tramitação . 

Conhecimento das competências– Ao acompanhar e participar ativamente das atividades legislativas, porém, o cidadão deve ter a noção do que faz cada Poder, até para se prevenir de frustrações. Gabriel Barros alerta que, muitas vezes, as pessoas criam expectativas sobre ações que não cabem ao deputado estadual realizar, por depender sobretudo da vontade política do Executivo. 

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Uma dessas frustrações, segundo ele, é percebida quando se ouve a expressão de que uma “CPI terminou em pizza”. Nesse caso, pode não haver conhecimento de que o papel de uma comissão parlamentar de inquérito é investigar e depois encaminhar para as instituições responsáveis legalmente por dar continuidade ao processo. É um processo que não termina na ALMT. 

“Comissão parlamentar de inquérito é como se o deputado virasse um delegado de polícia, ele conduz o inquérito. Ninguém fala que o trabalho de um delegado de polícia termina em pizza, porque o inquérito é encaminhado para autoridades que têm a legitimidade e a prerrogativa de dar seguimento, podendo fazer uma ação penal depois”, esclarece Barros. “O resultado mais concreto que uma CPI poderia entregar seria a mudança na legislação. Muito do que existe na lei dos consignados hoje, por exemplo, são deduções da CPI dos Consignados”, conclui.



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