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Tutoriais do PJe auxiliam trabalho de usuários e usuárias do sistema

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Com 99% de processos virtuais (823 mil em trâmite) e apenas 1.380 físicos, o Poder Judiciário de Mato Grosso trabalha constantemente para o aperfeiçoamento das ferramentas tecnológicas. O objetivo é a melhoria da experiência de usuários e usuárias que utilizam as plataformas digitais. Com a evolução da versão 2.1.8.1 do PJe vários tutoriais estão disponíveis para auxiliar cada vez mais no acesso à Justiça 4.0.
 
A atualização da versão trouxe várias melhorias e novidades. Com isso, a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) solicitou ao Núcleo de Inovação tutorias de acesso à plataforma que explicam o passo a passo para os diversos perfis de usuários e usuárias que trabalham com o PJe.
 
Além disso, está disponível no Hotsite do PJe, onde também estão normativas, vídeos de acesso á plataforma, acesso à ferramenta digital, o histórico da evolução, contato do suporte, além de informações sobre Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
 
A nova versão do PJe foi disponibilizada no dia 11 de outubro de 2021, dois dias antes do previsto. Até então, o Judiciário estadual utilizava a versão 2.1.4.1. Com a atualização o TJMT registra a evolução de quatro versões, para facilitar o trabalho de quem utiliza a ferramenta diariamente, como é o caso de advogados, advogadas, membros do Ministério Público, Defensoria Pública e Procuradorias.
 
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Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
imprensa@tjmt.jus.br
 
 

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que destrava emendas

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou em primeira votação, na sessão desta quarta-feira (21), o Projeto de Lei nº 546/2026 , de autoria do deputado estadual Gilberto Cattani (PL), que altera a Lei Estadual nº 10.587/2017 para permitir que emendas parlamentares sejam destinadas de forma direta e simplificada às Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes) e a outras entidades sem fins lucrativos que atendem pessoas com deficiência.

Pelo texto, as emendas individuais e de bancada poderão ser repassadas por meio de termo de fomento, sem chamamento público quando os recursos forem provenientes de emendas parlamentares, possibilidade já prevista na legislação federal (Lei nº 13.019/2014). A indicação do parlamentar deverá conter a identificação da entidade, a finalidade pública, o valor e o órgão estadual responsável pela execução.

Para Gilberto Cattani, o excesso de burocracia tem dificultado o direcionamento de emendas às instituições e impedido que os recursos cheguem a quem precisa.

“Temos tentado mandar emendas para as Apaes e temos conseguido, mas a burocracia é gigantesca. Muitas vezes a gente tem que mandar para uma secretaria da Prefeitura para que ela faça o repasse, e isso muitas vezes inviabiliza. Existem situações em que as emendas foram, inclusive, devolvidas porque não conseguiram chegar ao destino final”, disse o deputado.

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O projeto também determina que o governo adote um rito simplificado e prioritário, exigindo apenas os documentos indispensáveis. Pendências meramente formais não poderão impedir o andamento do processo, e a entidade deverá receber notificação e prazo para corrigir eventuais falhas, além de orientação do órgão estadual sobre o plano de trabalho, a documentação e a prestação de contas.

Questionado sobre o projeto, o parlamentar reafirmou a importância das associações para os municípios. “As Apaes têm um papel fundamental de acolhimento a pessoas com alguma deficiência, mas também para as famílias dessas pessoas. Nós queremos que elas recebam esse recurso sem burocracia, de forma simples e direta. O nosso projeto faz com que a emenda possa ser direcionada diretamente para a instituição, de maneira muito simplificada. E isso vai trazer um benefício enorme para essas pessoas que precisam das Apaes em todo o estado”.

Os recursos poderão ser utilizados na manutenção das entidades, na aquisição de equipamentos e veículos adaptados, além da realização de obras e reformas. A proposta mantém a exigência de plano de trabalho, fiscalização e prestação de contas. O órgão estadual também não poderá recusar a execução da emenda com base em exigências burocráticas sem amparo legal.

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Na justificativa, o deputado destaca que as Apaes têm papel histórico na assistência, na educação, na habilitação e na inclusão de pessoas com deficiência e que, em muitos municípios mato-grossenses, suprem lacunas na atuação do poder público. Segundo o texto, o excesso de exigências, a demora na análise e a insegurança quanto à execução dificultam a chegada dos recursos às instituições que prestam atendimento.



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